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Sinceramente, é difícil entender como Luiz Henrique fica na reserva enquanto Vinícius Júnior continua como titular absoluto. Pela Seleção Brasileira, Vini ainda não conseguiu repetir o futebol que apresenta no Real Madrid. Em 59 jogos, marcou apenas 8 gols e, na minha opinião, ainda está devendo muito com a camisa da Seleção.
Raphinha também não vem rendendo o esperado. Eu daria uma oportunidade para Endrick entre os titulares. O garoto tem fome de bola, personalidade e, quando entra, costuma resolver. Para esta Copa do Mundo, eu apostaria em uma base mais jovem, com Rayan, Luiz Henrique e Endrick. São jogadores talentosos e que também podem formar a base da Seleção para 2030.
Não adianta Carlo Ancelotti insistir em jogadores que não estão rendendo. Casemiro já não vive sua melhor fase, e Lucas Paquetá praticamente não criou nada contra o Egito. O treinador ainda tem muito trabalho para fazer se quiser transformar essa equipe em uma candidata ao título.
Outro ponto que me deixou sem entender foi a convocação após a lesão de Wesley na coxa esquerda, que o tirou do Mundial. Em vez de chamar um lateral, como Luciano Juba ou Vitinho, Ancelotti optou por convocar Éderson, que é volante. Não sei qual foi a lógica da decisão, mas parece estranho deixar a Seleção sem uma reposição natural para a lateral.
Se dependesse de mim, o ataque titular seria formado por Endrick como centroavante, Luiz Henrique na ponta direita e Rayan na ponta esquerda. No meio-campo, Danilo Santos mereceria uma chance no lugar de Casemiro, pois vem demonstrando que não pode ser apenas reserva.
Se a Seleção continuar jogando como apresentou contra o Egito, terá muitas dificuldades diante do Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos. O Brasil precisa evoluir rapidamente para voltar a inspirar confiança em seu torcedor.
