Crônica – “Aniversário sem festa na Vila”

 Era para ser uma noite especial. Dia de comemoração, clima de confiança e a Vila Belmiro como palco de mais uma vitória esperada. O adversário? Um time reserva, pouco conhecido, vindo do Paraguai. Tudo parecia desenhado para uma festa.

Mas o futebol, como sempre, gosta de contrariar roteiro.

O Santos até tentou. Teve a bola, criou chances, viu Neymar e Gabigol desperdiçarem oportunidades que, em dias normais, terminariam em gol. Mas nada parecia fluir. O gol saiu, mas não trouxe tranquilidade. E, como um castigo silencioso, veio o empate — em um pênalti que calou o estádio.

A arquibancada, antes paciente, virou cobrança. O nome de Cuca ecoou não como apoio, mas como exigência. E o treinador, em um gesto quase resignado, respondeu com o corpo: “é o que tem”. Um sinal de quem trabalha, mas sabe das limitações do elenco.

No fim, não teve parabéns, nem festa. Só frustração. Um empate contra reservas, uma lanterna incômoda e a sensação de que o time anda em círculos.

E a torcida… essa continua indo, pagando caro, acreditando — mesmo quando o time não corresponde.

Coluna – Santos preocupa e aumenta pressão sobre Cuca.

 O empate em 1 a 1 contra o Deportivo Recoleta, na Vila Belmiro, acendeu ainda mais o alerta no Santos. Diante de um adversário reserva e tecnicamente inferior, o time novamente deixou escapar uma vitória considerada obrigatória na Copa Sul-Americana.

Apesar do domínio na posse de bola e das chances criadas, a equipe mostrou ineficiência no ataque. Neymar e Gabigol tiveram oportunidades claras, mas não conseguiram converter em gols, refletindo a falta de efetividade que tem marcado o desempenho recente do time.

A situação se agravou com a reação da torcida, que passou a cobrar diretamente o técnico Cuca durante a partida. O treinador, por sua vez, demonstrou insatisfação e, com gestos, indicou que trabalha com um elenco limitado, sugerindo que as opções disponíveis não permitem grandes mudanças no desempenho da equipe.

Com o resultado, o Santos permanece na última colocação do Grupo D, complicando suas chances de classificação. Mais do que o placar, o que preocupa é o futebol apresentado: sem organização, sem entrosamento e cada vez mais pressionado por sua torcida.

Se não houver uma resposta rápida dentro de campo, a crise tende a se intensificar — e a paciência da torcida, já no limite, pode acabar de vez.

“Empate vexatório expõe crise do Santos na Vila”.

(Foto: Mauricio De Souza/AGIF)
No dia do seu aniversário, o Santos entrou em campo com grande expectativa de vencer os reservas do Deportivo Recoleta, uma equipe modesta do Paraguai, jogando na Vila Belmiro, pela segunda rodada da Copa Sul-Americana. No entanto, acabou apenas empatando em 1 a 1, com gol de Neymar para o Santos e Ortiz marcando de pênalti para os visitantes — sendo esse o primeiro gol do clube paraguaio fora de seu país em competições internacionais na história recente.

O Peixe teve o controle da partida, com mais posse de bola e várias oportunidades criadas. Neymar e Gabigol, inclusive, desperdiçaram chances claras de gol. Mesmo assim, o resultado foi decepcionante e deixou a equipe na lanterna do Grupo D, complicando bastante a situação na competição.

Que fase ruim vive o Santos. A torcida já demonstra muita insatisfação com o desempenho do time, que só tem dado dor de cabeça. Falta entrosamento dentro de campo, e tanto o treinador quanto os jogadores vêm sendo bastante cobrados. Durante o jogo, a torcida chegou a gritar o nome de Cuca, pressionando o treinador por respostas.

A reação do técnico, porém, foi de impotência: com gestos, deu a entender que está fazendo o possível com o elenco que tem nas mãos. Na visão dele, o grupo apresenta limitações, mas não há muito o que fazer além de trabalhar e tentar ajustar a equipe.

O mais revoltante é ver o time empatar com uma equipe reserva e pouco conhecida do futebol paraguaio, que veio ao Brasil sem seus principais jogadores, já que está priorizando o campeonato local.

Crônica Esportiva do Robson Macedo - Corinthians resiste na raça e segura líder em noite de sobrevivência.

 Se faltou futebol, sobrou entrega para o Corinthians. Em um clássico difícil, o time mostrou espírito de luta e saiu de campo com um ponto que vale muito.


Mesmo com dois jogadores expulsos, o Timão se fechou, suportou a pressão e contou com uma atuação segura do goleiro Hugo, que foi decisivo para garantir o 0 a 0.


Na frente, Yuri Alberto ainda teve uma grande chance, mas parou no goleiro adversário. Ainda assim, o time mostrou organização defensiva e muita entrega.


O resultado mantém o Corinthians na 16ª colocação com 11 pontos, ainda em situação delicada, mas com um sinal de reação pela postura dentro de campo.


Diante das circunstâncias, foi mais que um empate — foi resistência, foi luta, foi sobrevivência.



Crônica Esportiva do Robson Macedo - Palmeiras vacila e deixa escapar vitória no clássico

 O Palmeiras entrou em campo com tudo nas mãos: liderança, vantagem numérica e a chance de abrir ainda mais distância no topo da tabela. Mas saiu com um gosto amargo.

Mesmo com dois jogadores a mais, o time de Abel Ferreira não soube transformar superioridade em vitória. Faltou intensidade, faltou criatividade e sobrou um futebol previsível, baseado apenas em cruzamentos.

O Felipe Anderson, que chegou com status e salário alto, mais uma vez não correspondeu. Apagado, pouco produziu e simbolizou bem a atuação abaixo do esperado do Verdão.

Quem tentou algo diferente foi Allan, buscando o jogo e chamando a responsabilidade, mas foi pouco diante de um time que parecia acomodado.

O empate em 0 a 0 mantém o Palmeiras na liderança com 26 pontos, mas deixa a sensação clara: era jogo para vencer. Dois pontos que podem fazer falta lá na frente.



Palmeiras vacila com dois a mais e empata com Corinthians em clássico frustrante

(Foto: Marcos Ribolli)

Esse time do Palmeiras é muito ruim. Tem jogadores talentosos que ganham milhões e que poderiam ter mudado a partida, mas não fizeram isso.

O Felipe Anderson está de brincadeira. O cara ganha cerca de 1,5 milhão por mês, entra em campo e parece que está dormindo. Não jogou nada e quase entregou a paçoca para o Corinthians, quando Yuri Alberto ficou cara a cara com o gol, mas o goleiro fez uma grande defesa.

O Verdão não soube administrar a vantagem, mesmo estando com dois jogadores a mais. Primeiro, após a expulsão de André, depois de um ato obsceno em direção a Andreas Pereira — o VAR chamou e o juiz mandou o jogador para a rua. Depois, Matheuzinho também foi expulso. Mesmo assim, o Palmeiras não soube aproveitar.

No segundo tempo, o Verdão não jogou nada. O Timão ficou na retranca, e o Palmeiras só tocava a bola. O goleiro Hugo foi brilhante, fazendo boas defesas e segurando o resultado.

O Palmeiras oscilou demais e perdeu pontos bobos. O único que tentou algo diferente foi Allan, que buscou o jogo e ficou com a bola no pé. O resto só ficou no chuveirinho na área, o que não resolve. Era para ter ido mais para cima, finalizado mais e buscado a vitória.

O jogo terminou em 0 a 0, um empate ruim para os dois lados. O Corinthians segue na 16ª colocação com 11 pontos, ainda pressionado. Já o Palmeiras chegou aos 26 pontos e mantém a liderança, mas poderia ter ido a 28 se tivesse vencido o rival.

Abel Ferreira precisa conversar com o elenco e arrumar o time, porque são muitas falhas seguidas. Também é mérito do Corinthians, que segurou bem a pressão.

Esses pontos perdidos podem fazer falta lá na frente. Tem jogadores que não estão rendendo o que deveriam, principalmente Felipe Anderson e Maurício. Têm qualidade, mas hoje não jogaram nada.

O Felipe Anderson, do jeito que está, precisa ser vendido, emprestado ou até ter o contrato rescindido, porque o rendimento está muito abaixo.

Empate no último segundo: Borrazópolis arranca 4x4 contra Lunardelli em jogo eletrizante.

Foto - Dominado .
 No futsal, o time de Borrazópolis recebeu Lunardelli pelo campeonato regional, em jogo realizado na categoria livre. A partida foi disputada em Borrazópolis e contou com muita emoção do início ao fim.

O confronto foi eletrizante, com várias paralisações devido à chuva abençoada que caiu na cidade. Mesmo assim, as equipes mantiveram o ritmo e protagonizaram um grande jogo.

No fim, o placar terminou em 4 a 4, com Borrazópolis arrancando o empate no último segundo, levando a torcida ao delírio.

Parabéns às duas equipes, que fizeram uma partida de alto nível. Já a arbitragem deixou a desejar, com erros para os dois lados. Ainda assim, o empate acabou sendo justo pelo que foi apresentado em quadra.

Palmeiras vence o Bahia no fim, amplia vantagem e dispara na liderança.

Foto - Divulgação.
O Palmeiras venceu o Bahia com um golaço de Jhon Arias e se isolou na liderança do Brasileirão, chegando aos 25 pontos e abrindo cinco de vantagem sobre o vice-líder São Paulo.

O Verdão marcou no fim, no apagar das luzes, após cobrança de escanteio de Andreas Pereira. A bola desviou no zagueiro do Bahia, que acabou marcando contra, garantindo a vitória palmeirense.

Durante a partida, o Palmeiras não deu chances ao Tricolor de Aço. Quem imaginou que o time paulista iria apenas se defender se enganou: o Verdão foi para cima, com destaque para Flaco López e Jhon Arias. A equipe criou boas oportunidades com Maurício, Allan e o próprio Arias.

O primeiro gol saiu em um contra-ataque pela esquerda: Arias recebeu, tocou para Flaco López, que, com categoria, deu um passe de calcanhar para o colombiano finalizar com um belo chute no ângulo.

O Palmeiras seguiu com mais volume de jogo e poderia ter ampliado o placar. Já o Bahia criou algumas chances com Everton Ribeiro e Ademir, mas não conseguiu converter. O time baiano chegou a empatar com David Duarte, de cabeça, aumentando a pressão na partida.

Mesmo assim, o Palmeiras mostrou maturidade para suportar o momento adverso. Nos minutos finais, voltou a atacar e contou com o gol contra do zagueiro Santiago Mingo para garantir o triunfo por 2 a 1.

Uma vitória importante para o Verdão, que chega à sua quinta vitória consecutiva no Brasileirão e segue líder isolado com 25 pontos.

Já o Bahia ficou na bronca com a arbitragem, reclamando de uma suposta falta no lance que originou o gol da vitória palmeirense. O Tricolor permanece na quinta colocação, com 17 pontos.

Crônica Esportiva do Robson Macedo - São Paulo 4 x 1 Cruzeiro.

 O Morumbi voltou a sorrir. Depois de três jogos sem vitória, o São Paulo entrou em campo pressionado, mas respondeu como time grande: com autoridade, intensidade e futebol convincente.

Desde o primeiro minuto, o Tricolor mostrou que não estava disposto a dar espaço ao Cruzeiro. Foi um time agressivo, que ocupou o campo de ataque e transformou pressão em oportunidades. E quando a fase é boa, os destaques aparecem — e Ferreira foi o nome da noite.

Com três gols, o atacante viveu uma atuação daquelas que ficam marcadas na memória da torcida. Calleri também deixou o seu, em cobrança de pênalti, confirmando a superioridade são-paulina ainda no primeiro tempo.

Mas não foi só o placar que impressionou. O São Paulo jogou como um time organizado, intenso e com confiança. Arthur, pela direita, infernizou a defesa adversária, mostrando que o time tem alternativas e profundidade no elenco.

A vitória por 4 a 1 não foi apenas mais um resultado — foi uma afirmação. O São Paulo aproveitou o tropeço do Fluminense, chegou aos 20 pontos e assumiu a vice-liderança.

Mais do que subir na tabela, o Tricolor mandou um recado: está vivo, forte e pronto para brigar lá em cima.

São Paulo goleia o Cruzeiro e assume a vice-liderança do Brasileirão.

 (Foto: REUTERS/Jean Carniel)
O São Paulo voltou a vencer após três jogos sem vitória, sendo duas derrotas e um empate. O time recebeu o Cruzeiro e venceu por 4 a 1, em uma grande atuação do Tricolor Paulista, que não tomou conhecimento do adversário.

O destaque da partida foi Ferreira, autor de um hat-trick, além de um gol de Calleri. A vitória foi muito importante e colocou o São Paulo na vice-liderança do Brasileirão, aproveitando o tropeço do Fluminense.

Desde o início, o São Paulo partiu para cima do Cruzeiro, criando muitas chances de gol. Outro destaque foi o atacante Arthur, que atuou pela ponta direita e bagunçou a defesa adversária, sofrendo inclusive um pênalti, convertido por Calleri, abrindo o placar.

O Cruzeiro criou poucas oportunidades, principalmente com Kaio Jorge e Matheus Pereira. O time mineiro teve uma atuação muito abaixo, com dificuldades tanto na criação quanto na marcação no meio de campo.

Apesar do domínio são-paulino, o Cruzeiro ainda conseguiu marcar um gol com Christian. Mesmo assim, o São Paulo foi superior durante toda a partida, criou mais chances e venceu com méritos.

Já o Cruzeiro segue em má fase. O novo treinador terá muito trabalho para recuperar a equipe, que, com a derrota, permanece na 18ª colocação, com 7 pontos. Mesmo após altos investimentos no elenco, o time está na zona de rebaixamento e, se não reagir, pode brigar para não cair.

Por outro lado, o São Paulo chega aos 20 pontos e assume a segunda colocação na tabela.

Palmeiras vive grande fase e busca mais uma vitória fora de casa.

Foto: Marcos Ribolli
O time do Palmeiras está muito bem neste Campeonato Brasileiro e quer muito esse título. Em 9 partidas até o momento, o time tem um ótimo desempenho: nos cinco jogos disputados em casa, venceu todos, somando 15 pontos. Fora de casa, empatou uma, venceu duas e perdeu uma, totalizando 22 pontos na competição.

Hoje, pela 10ª rodada, o Verdão enfrenta o Bahia fora de casa. A equipe vive um grande momento, principalmente do meio para frente, com jogadores como Andreas Pereira, Marlon Freitas, Maurício, Arias, Allan e Flaco López, que vêm atuando muito bem.

Por outro lado, o Palmeiras tem algumas baixas importantes. Na lateral esquerda, perdeu Piquerez por lesão enquanto defendia sua seleção, e também o seu substituto imediato. Com isso, o técnico Abel Ferreira deve recorrer à base, que já foi uma importante arma em outros momentos.

Além disso, Vitor Roque ainda não pode atuar, e Paulinho também está lesionado. Mesmo com esses desfalques, o Verdão vai com o que tem para o confronto contra o Bahia, buscando mais 3 pontos para se manter forte na liderança.

Borrazópolis- Santa Chagas de Jesus – Caminhada de Sexta-feira Santa.

Santa Chagas de Jesus – Caminhada de Sexta-feira Santa, em Borrazópolis. 


Caminhada Sexta feira Santa   Jesus das Santas Chagas,  foto 📷 Robson Macedo 

A caminhada de Sexta-feira Santa teve início na Igreja Matriz, passando pelas sete estações percorridas por Jesus, e terminou na Capela Nossa Senhora Aparecida, no Salto Fogueira, na capelinha de Jesus das Santas Chagas.

Ao final, houve uma linda celebração conduzida pelo Padre Paulo. Mais de 450 pessoas participaram dessa caminhada de fé, onde todos rezaram e apresentaram a Jesus e a Deus suas intenções.

Vieram fiéis de toda a região, como Apucarana, Londrina, Itambé, Assis Chateaubriand, Kaloré e Cruzmaltina. Foi um momento muito especial e emocionante — uma caminhada realmente linda.







Botafogo faz 3 a 2, sobe na tabela e empurra o Mirassol para o fundo do Z 4 do Brasileirão.

(Foto: Jorge Rodrigues/Agif)
 Em um jogo cheio de golaços e com emoção até o fim, o Botafogo venceu e conseguiu sair da zona de rebaixamento na noite desta quarta-feira. A equipe, que já acertou a chegada do técnico Franclim Carvalho, mas ainda foi comandada por Rodrigo Bellão, bateu o Mirassol por 3 a 2 no Estádio Nilton Santos.

Os gols do Botafogo foram marcados por Arthur Cabral, Alex Telles e Júnior Santos, enquanto Shaylon e Igor Formiga fizeram para o time visitante.

Com essa vitória importante, o Botafogo sobe na tabela, dá um bom salto e agora ocupa a 12ª colocação, com 9 pontos.

Já o Mirassol segue um momento complicado. O time paulista, que no ano de 2025 viveu um grande momento da sua história, agora no Brasileirão de 2026 está mal e dentro do Z-4. O Mirassol não vence há cinco jogos, soma quatro derrotas seguidas e ocupa a vice-lanterna, com 6 pontos. O time do Leão precisa ficar esperto, porque do jeito que está vai brigar para não cair.

 Abre o olho Santos, com a vitória do Botafogo em cima do Mirassol por 3 x 2 o time carioca saiu do Z 4 e colocou o peixe na zona  de rebaixamento,  o time do Santos sem jogar ja está na zona de perigo.

Após amistosos, Robson Macedo aponta os 5 nomes certos para 2026.

Na opinião de Robson Macedo, os cinco jogadores que garantiram vaga direta para a Copa de 2026, após os últimos dois amistosos da Seleção Brasileira — onde o Brasil perdeu para a França por 2 x 1 e venceu a Croácia por 3 x 1 — são os seguintes:

Vamos começar pelo Matheus Cunha, que é meia-atacante e jogou como meio-campista. Além de eu ter criticado no primeiro jogo contra a França, o cara jogou muita bola diante da Croácia. Deu um belo lançamento para Vini Jr. puxar o contra-ataque, fazer uma linda jogada, cortar a defesa croata e tocar para Danilo fazer um belo gol.

Aliás, o volante Danilo é outro que pediu passagem. Cria do Palmeiras, formado no Verdão e atualmente no Botafogo, aproveitou bem a sua chance como titular diante da Croácia e jogou muita bola. É uma bela briga no m
eio de campo para jogar ao lado de Casemiro, disputando posição com Andrey Santos e Bruno Guimarães, mas o cara tem que ir para a Copa do Mundo.

Luiz Henrique, atacante ex-Botafogo e atualmente no Zenit, é o jogador que a Seleção Brasileira precisa na Copa. O cara é bom de drible, tem talento, velocidade e parte para cima dos adversários. Ontem mesmo, a defesa da Croácia ficou perdida e não achou o atacante. Tem que estar na Copa.

Outro jogador que tem que estar na Copa, ou pelo menos na lista final como suplente, é o Igor Thiago. Está pedindo passagem, joga muito bem, é um matador dentro da área e bom batedor de pênalti — isso que o Brasil precisa.

Outro nome que não pode faltar de jeito nenhum é o Endrick. O cara entrou e, com apenas 20 minutos de jogo, fez a diferença para o Brasil. Ele mudou a dinâmica do jogo, foi para cima, buscou e criou chances. A vitória da Seleção Brasileira por 3 x 1 diante da Croácia passou pelos pés dele. O cara faz muita diferença, é um craque: cavou pênalti e ainda deu assistência para o Gabriel Martinelli fazer o terceiro gol.

Esses são jogadores que não podem faltar na Copa do Mundo de 2026, têm que estar lá. E na defesa tem que levar o Bremer, gostei da atuação dele, principalmente pelo lado direito.

Brasil chega cercado de dúvidas para a Copa do Mundo de 2026

Foto - Divulgação.
A Seleção Brasileira vai para a Copa do Mundo de 2026, que será no dia 13/06, nos Estados Unidos. A equipe, que agora vem sendo chamada de “Brasa”, fará sua estreia contra o Marrocos. Antes disso, realizará o último amistoso no Maracanã, contra o Panamá, no dia 31/05.

O treinador Carlo Ancelotti ainda está testando a equipe. Em um dos jogos, escalou um time com Casemiro e Andrey Santos no meio-campo, mas não funcionou bem. Também colocou Vini Jr. e Raphinha, que não jogaram nada. Na minha opinião, esses jogadores não estão demonstrando comprometimento com a Seleção Brasileira, nem vontade de vestir a camisa — parecem jogar apenas em seus clubes, e isso acabou contribuindo para a derrota.

Agora, para o jogo contra a Croácia, o treinador mudou o time e fez algumas alterações. Em treino, esboçou uma equipe com seis mudanças. Com os cortes de Wesley e Raphinha por lesão, ele colocou Danilo e João Pedro. Além disso, Ancelotti indicou Ibañez e Luiz Henrique como opções.

No gol, o técnico deve manter o rodízio e dar nova chance a Bento no lugar de Ederson. Na defesa, Marquinhos volta a ser titular na vaga de Bremer. No meio, Andrey Santos sai para a entrada de Danilo. Já no ataque, João Pedro entra na vaga de Gabriel Martinelli. Vini Jr. deve atuar mais uma vez aberto, e Matheus Cunha permanece no time. Sinceramente, não sei o que Ancelotti viu em Matheus Cunha — eu colocaria o Endrick, mas é a escolha do treinador.

A provável escalação é: 
Bento; Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vini Jr.

Esse é o último amistoso antes da convocação final para a Copa do Mundo. Agora, se for esse mesmo time que jogou contra a França e agora enfrentará a Croácia, não passa nem da primeira fase. Falta comprometimento com a camisa e vontade de vencer. É como ter uma Ferrari sem gasolina — não adianta nada.

Dá saudade daquele time de 2002 e até de 2006, com Rivaldo, Ronaldo, Cafu, Adriano e Zé Roberto. Aquela equipe tinha raça, vontade e colocava medo nos adversários.

O Brasil está no Grupo C, junto com Marrocos, Haiti e Escócia.

Palmeiras perde Piquerez por lesão e lateral passará por cirurgia.

 Foto: Julian Finney/Getty Images
O Palmeiras perde um lateral importante: trata-se do lateral-esquerdo Piquerez. O jogador, que estava com a Seleção Uruguaia em um amistoso contra a Inglaterra, sofreu uma entrada duríssima de um jogador inglês durante uma disputa de bola.

Com a falta, o atleta teve uma lesão de ligamento no tornozelo, já constatada, e passará por cirurgia. Trata-se de uma perda dura para o Verdão, já que ele é titular absoluto no time e peça importante no esquema tático de Abel Ferreira.

O clube ainda não revelou o prazo de recuperação, mas a expectativa é de que o lateral não fique fora da Copa do Mundo e consiga defender sua seleção. A lesão ocorreu na sexta-feira, no estádio Wembley, em Londres, durante o amistoso entre Uruguai e Inglaterra.

Agora, para o jogo contra o Grêmio, em casa, o Palmeiras tem como opções os laterais Arthur e Jefté para substituir Piquerez. No entanto, Jefté não vem tendo boas atuações, enquanto Arthur aparece como a melhor opção. Mesmo assim, o técnico português pode optar por Jefté para a partida contra o Grêmio.

Verdão se movimenta por Nino e acompanha possível volta de Danilo.

 Foto: Mike Kireev/NurPhoto
O time do Palmeiras ainda busca preencher seu setor defensivo e ofensivo. O Verdão está no mercado e busca reforçar o time para o segundo semestre. O diretor de futebol Anderson Barros acredita que a negociação com um zagueiro, que no caso é o Nino, pode evoluir: “Só precisamos do tempo certo”. O zagueiro é um sonho do Palmeiras.

O Alviverde ainda, no início da temporada, acertou com o staff do jogador e aguarda liberação do Zenit, que negou negociá-lo em fevereiro, mas está aberto a conversas para o segundo semestre.

Já no meio-campo, o Palmeiras acompanha de perto a situação do volante Danilo, cria da casa. O jogador, que atualmente está no Botafogo, o clube carioca já tinha mandado uma carta ao Palmeiras no início do ano dizendo que não negociava o atleta, mas agora as coisas mudaram de figura. O time do Glorioso, que vive um momento difícil com crise financeira, precisa fazer caixa.

Para o Palmeiras ter o jogador é difícil, ele vive um bom momento no Botafogo, é um jogador jovem e foi convocado para amistosos contra França e Croácia. Depois disso, o seu caminho deve ser a Europa, de olho em uma vaga para a Copa do Mundo de 2026.

“Danilo é um jogador que tem uma relação muito próxima com o Palmeiras, sempre teve, saiu na época porque havia uma necessidade”, iniciou Barros.

“Mas está em um clube que atravessa algumas situações complicadas no processo de gestão, não acredito que isso possa evoluir nesse momento agora e não existe absolutamente nada além disso”, afirma o gerente de futebol.

Com um jogador a mais, Brasil joga mal e perde para a França em amistoso.

(Foto: Brian Snyder/Reuters)
A Seleção Brasileira realizou um amistoso contra a França em Boston. Durante o jogo, a Seleção Brasileira não viu nem a cor da bola, o time atuou ruim e a França tomou conta do jogo, criando chances de gols e abrindo o placar com Mbappé aos 31 minutos do primeiro tempo, aproveitando falha da defesa do Brasil, quando ele, de cavadinha, fez um belo gol.

O Brasil ainda criou uma chance com Raphinha, mas mesmo assim o Brasil não tinha ritmo de jogo. O Ancelotti está de brincadeira de colocar o Danilo, que errou muito e não jogou nada pela direita ou como zagueiro. Léo Pereira até que jogou bem, Luiz Henrique entrou bem e deu ritmo ao jogo, mas Matheus Cunha não jogou nada.

No segundo tempo, o time do Brasil levou mais um gol após outro erro da sua defesa. Dembélé se aproveitou do erro de passe brasileiro, e Ekitiké ampliou aos 19 do segundo tempo. Bremer, com a defesa modificada para a partida, até diminuiu o placar aos 32, em lance construído com Danilo, Casemiro e Luiz Henrique após cobrança de falta, mas sem conseguir mudar o resultado.

O time do Brasil não mereceu a vitória porque não jogou nada, e o italiano Ancelotti fez mudanças erradas na partida, colocou João Pedro e Igor Thiago em vez de colocar Endrick e Rayan no time, esses dois fariam o Brasil jogar mais e ter mais ritmo na partida.

Ainda o time brasileiro teve um jogador a mais durante o jogo e não teve capacidade de buscar o empate e a vitória. Com esse time de jogadores convocados, se jogar a Copa do Mundo não passa da primeira fase, ainda mais contando com jogadores medíocres como Danilo, que não aguenta nem chegar na linha de fundo e está morto, e Casemiro, outro que foi muito mal.

Vini Jr. está sem ritmo de jogo, parece que a Virginia está matando o futebol dele, ele não está rendendo nada com a camisa da Seleção, porque o avião da Virginia aquele mulherão tá matando o jogador é muito área para o caminhão dele.

É uma calamidade essa Seleção Brasileira hoje, uma vergonha, e desse jeito não passa nem da primeira fase.

A Escalação do Brasil que perdeu por 2 x 1 diante da França

Ederson;

Wesley, Ibañez, Bremer e Léo Pereira;

Douglas Santos, Casemiro, Gabriel Sara e Andrey Santos;


Danilo Santos, Raphinha, Luiz Henrique, Matheus Cunha, Igor Thiago, Vini Jr., Gabriel Martinelli e João Pedro.

Borrazópolis estreia com vitória diante de Ariranha do Ivaí e faz bonito no Regional de Futsal.

Foto - Vereador Dominado .
O time de Borrazópolis estreou com vitória no 1º Campeonato Regional de Futsal da Liga Vale do Ivaí, realizado no Ginásio de Esportes de Borrazópolis. A equipe venceu Ariranha do Ivaí por 5 a 3.

Durante o primeiro tempo, a partida ficou empatada em 1 a 1, mas, no segundo tempo, o time de Borrazópolis foi buscar a vitória.

O destaque da equipe foi João Pedro Caetano, que conduziu o time rumo ao triunfo. Foi um grande jogo!

Parabéns à Secretaria de Esporte e Cultura, ao prefeito Adilson Luchetti e a toda a equipe pela realização deste campeonato.

Fã invade palco, derruba Luan Pereira e atitude do cantor viraliza.

Foto - Divulgação.
O cantor sertanejo Luan Pereira, sucesso do momento, passou por uma situação inusitada durante um show em uma cidade não revelada.

Durante a apresentação, enquanto comentava com o público "nada é impossível pra aquele que tem fá", o cantor foi surpreendido por um fã que invadiu o palco. O homem agarrou Luan por trás, na altura do pescoço, e acabou derrubando o artista no chão.

Após o susto, o fã se identificou dizendo: “Sou seu fã, Luan”. Ainda sem reação, o cantor respondeu: “Meu Deus do céu, quase morri”. Em seguida, os seguranças retiraram o invasor do palco.

No entanto, o episódio teve um desfecho diferente. Demonstrando humildade, Luan pediu para que a equipe chamasse o fã de volta, mas sem agressividade. “Traz ele aqui rapidinho, mas sem bater”, disse o cantor.

O fã retornou ao palco, sentou ao lado de Luan e, visivelmente emocionado, ouviu o artista perguntar se ele iria se comportar. Feliz com a atitude do cantor, o momento viralizou nas redes sociais.

Depois, Luan ainda brincou sobre o ocorrido em uma postagem:
“Quase morri 😂 isso tá bom demais pra ficar guardado 🤣 invasão de ontem 🤣”.

Veja o Vídeo



Ratinho Jr. desiste de disputar as eleições de 2026 e levanta questionamentos sobre força política.

Foto - Divulgação.
O governador do Paraná, Ratinho Júnior, sinalizou que não deve disputar as eleições de 2026, desistindo inclusive de uma possível candidatura à Presidência da República. Segundo ele, a prioridade será concluir seu segundo mandato à frente do estado.

A decisão ocorre em um cenário político já ocupado por nomes fortes no cenário nacional, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, o que pode ter pesado na escolha de não entrar na disputa.

Além disso, dois fatores principais influenciaram diretamente essa decisão. O primeiro envolve a família. De acordo com aliados, o apresentador Ratinho, pai do governador, sempre foi contrário a uma candidatura presidencial, temendo a exposição dos negócios da família em nível nacional.

O segundo ponto é a sucessão estadual. Sem poder disputar a reeleição, Ratinho Jr. enfrenta dificuldades para consolidar um sucessor competitivo. Por isso, decidiu permanecer no cargo para manter controle político do processo.

Caso deixasse o governo, o comando do estado passaria ao vice-governador Darci Piana. No entanto, a avaliação interna é de que ele não teria força suficiente para conduzir a sucessão, o que também pesou na decisão.

Apesar de afirmar que possui cerca de 85% de aprovação, a desistência da disputa nacional levanta questionamentos. Em geral, lideranças com alta popularidade buscam novos desafios políticos. A ausência desse movimento abre espaço para críticas sobre a confiança do governador em sua própria força eleitoral.

Outro ponto de crítica envolve decisões de sua gestão, como a privatização da Copel e os altos valores dos pedágios no estado. Para opositores, essas medidas teriam desgastado sua imagem, principalmente no segundo mandato.

Ratinho Jr. ainda não indicou quem será seu possível sucessor ao Palácio Iguaçu, o que amplia as especulações dentro da base governista. Entre os nomes cotados estão o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi; o secretário de governo, Guto Silva; e o secretário de Saúde, Beto Preto.

Outro nome que já esteve no radar foi o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, que recentemente se filiou ao MDB para fortalecer sua posição na disputa.

Pelo lado da oposição, o cenário também se movimenta. O deputado Requião Filho aparece como nome do PDT, enquanto o senador Sérgio Moro surge como um dos candidatos mais fortes. Nos bastidores, há especulações de que Moro possa se aproximar do PL, ampliando alianças com o grupo ligado a Flávio Bolsonaro.

Diante desse cenário, Ratinho Jr. sabe que enfrentaria uma disputa difícil em nível nacional. Por isso, aposta em sua permanência no governo para usar sua popularidade — estimada por ele em 85% — e a estrutura estadual para influenciar diretamente a eleição no Paraná e tentar viabilizar um sucessor competitivo.

Com isso, a eleição de 2026 no estado começa a ganhar forma, com um cenário aberto, disputas internas e articulações que prometem movimentar intensamente os bastidores da política paranaense nos próximos meses.

Crônica Esportiva do Jogo São Paulo 0 x 1 Palmeiras.

 O Palmeiras entrou em campo como quem sabe exatamente o que quer — e mais do que isso, como quem sabe como conseguir. Não foi um jogo de brilho constante, mas foi de controle, inteligência e eficiência.

Desde os primeiros minutos, o Verdão mostrou que não estava disposto a negociar o resultado. Pressionou, ocupou espaços e encontrou no talento de Jhon Arias a chave para abrir o jogo. O gol não foi apenas bonito — foi decisivo, daqueles que mudam o rumo da partida e colocam o time no controle emocional do clássico.

Depois disso, o Palmeiras fez o que poucos conseguem em jogos grandes: administrou sem sofrer. Criou chances, poderia ter ampliado, mas preferiu não se expor. Jogou com maturidade.

É um time que sabe competir. Que entende o momento do jogo. E que, acima de tudo, sabe vencer clássico.

Mais do que três pontos, foi uma afirmação: o Palmeiras não lidera por acaso.

O São Paulo teve a bola, mas não teve o jogo.

Durante boa parte da partida, o time pareceu girar em torno de si mesmo, trocando passes sem profundidade, sem agressividade, sem realmente incomodar o adversário. Enquanto isso, o Palmeiras foi cirúrgico — precisou de uma chance para decidir.

No segundo tempo, veio a tentativa de reação. Luciano teve oportunidades, o time se lançou um pouco mais ao ataque, mas faltou o principal: precisão. Faltou calma. Faltou qualidade na hora decisiva.

E em clássico, erro custa caro.

O São Paulo até tentou, mas pareceu sempre um passo atrás. Quando teve a chance de empatar, desperdiçou. Quando precisava decidir melhor, escolheu errado.

No fim, ficou a sensação de que dava — mas não foi.

E assim, o jejum aumenta. E a pressão também.

Coluna – Freguesia que se consolida

 O clássico entre Palmeiras e São Paulo já não é mais equilibrado há algum tempo — e o jogo mais recente só reforça isso.

Não se trata apenas de uma vitória. Trata-se de um padrão. Um roteiro que se repete: o Palmeiras entra organizado, competitivo, sabendo o que fazer. O São Paulo, por outro lado, oscila, tenta reagir, mas quase sempre chega atrasado nas decisões.

A sequência de resultados não é coincidência. É reflexo de um time que se consolidou contra um rival que ainda busca respostas.

O termo “freguês”, muitas vezes usado no calor da rivalidade, começa a ganhar contornos de realidade. São jogos sem vitória, decisões mal tomadas e oportunidades desperdiçadas pelo lado tricolor.

Enquanto isso, o Palmeiras cresce. Lidera. Controla. Decide.

Clássico não se joga, se ganha — e hoje, o Palmeiras entendeu isso melhor.

Com gol de Jhon Arias, Palmeiras vence o São Paulo e abre três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão.

 (Foto: Reuters)
O Palmeiras visitou o São Paulo e venceu por 1 a 0, conquistando mais um resultado positivo no clássico e ampliando a sequência de vitórias sobre o rival, que já virou freguês. Foi a sexta vitória seguida do Verdão no confronto.

Com um belo gol de Jhon Arias, o Palmeiras abriu três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão. O time começou pressionando desde os primeiros minutos. Logo aos cinco, em uma jogada bem trabalhada que começou com Carlos Miguel, a bola passou por Giay e Flaco López, até chegar em Arias pela esquerda.

Mesmo com Piquerez aparecendo como opção, o colombiano preferiu a jogada individual: arrancou, deixou Lucas Ramon para trás, cortou a marcação e finalizou com categoria no canto do goleiro Rafael, abrindo o placar para o Verdão.

Na sequência, o Palmeiras ainda criou outras chances. Arias quase ampliou, Allan teve uma oportunidade clara após driblar o goleiro, mas perdeu o ângulo e finalizou para fora. Maurício também levou perigo. Já o São Paulo teve mais posse de bola, mas pouco produziu e praticamente assistiu o Palmeiras jogar no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o São Paulo melhorou um pouco e tentou reagir. Luciano teve duas boas chances, mas não conseguiu marcar. Em uma delas, aproveitou uma falha da defesa palmeirense, mas finalizou para fora ao invés de tocar. Calleri também teve uma oportunidade, mas acabou sendo atrapalhado na jogada.

O Palmeiras, por sua vez, com as mudanças feitas, passou a administrar o jogo. Mesmo com mais de 10 minutos de acréscimos, o São Paulo não conseguiu empatar. O Verdão ainda criou algumas chances e apenas esperou o apito final para confirmar mais uma vitória no clássico.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 19 pontos, abrindo três de vantagem na liderança. Já o São Paulo voltou a oscilar, sofreu a segunda derrota seguida no Brasileirão e segue pressionado.

O retrospecto recente é amplamente favorável ao Palmeiras. São seis vitórias consecutivas sobre o rival, além de um jejum que já chega a 12 jogos sem vitória do São Paulo no clássico. A última vitória tricolor foi em 2023, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Em 2024, o São Paulo até conquistou a Supercopa nos pênaltis, após empate no tempo normal, mas sem vencer no jogo.

Se Ormuz fechar, o agro brasileiro paga a conta.

 A ameaça do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, caso os Estados Unidos ataquem suas instalações, não é apenas mais um capítulo da tensão no Oriente Médio. É um alerta direto para a economia mundial — e, principalmente, para o agronegócio brasileiro.

Pode parecer distante, mas não é. O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais estratégicas do planeta. Por ali passa cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. Fechar essa passagem é como desligar uma das principais torneiras de energia global.

E quando o petróleo para ou diminui, o preço dispara. É automático.

No Brasil, o impacto chega rápido ao campo. O diesel, que move tratores, colheitadeiras e caminhões, fica mais caro. O frete sobe. O custo de produção dispara. E o produtor, que já trabalha com margens apertadas, sente no bolso.

O problema não para por aí. Fertilizantes também entram na conta. Muitos deles dependem de cadeias internacionais que passam por regiões afetadas por conflitos. Com instabilidade, o preço sobe e o acesso fica mais difícil.

O cenário, que já preocupa, pode piorar. Em estados como Santa Catarina, já há relatos de produtores que precisaram parar máquinas por dias — até semanas — por causa da falta de diesel e do preço elevado. É a prova de que uma crise internacional não demora a chegar dentro da porteira.

E a soja? Pode até subir no mercado internacional com o aumento das tensões. Mas isso não significa ganho garantido. O custo de produção sobe junto — e, muitas vezes, mais rápido do que o preço da commodity.

Além disso, em momentos de crise, o dólar dispara. Isso ajuda nas exportações, mas encarece tudo que o produtor precisa comprar: combustível, insumos, peças.

No fim, o produtor brasileiro vira refém de uma guerra que acontece a milhares de quilômetros de distância.

Se o Estreito de Ormuz realmente fechar, o impacto não será apenas geopolítico. Será econômico, direto e pesado. E, mais uma vez, quem está no campo vai sentir primeiro.

Porque no agro, diferente da política internacional, não existe discurso. Existe custo. E a conta sempre chega.

Do Oriente Médio ao campo brasileiro: quando a guerra encarece a soja.

 

A tensão entre Irã e Estados Unidos no Oriente Médio pode até parecer distante da realidade brasileira, mas seus efeitos chegam rápido — e pesam no bolso do produtor rural.

O Irã é um dos grandes produtores de petróleo do mundo. Em um cenário de conflito, qualquer ameaça à produção ou ao transporte — especialmente em rotas estratégicas — provoca alta imediata no preço do barril. E quando o petróleo sobe, toda a cadeia produtiva global sente o impacto.

No Brasil, isso atinge diretamente o agronegócio. O diesel, essencial para o funcionamento de máquinas agrícolas e para o transporte da produção, fica mais caro. O frete aumenta. O custo de produção dispara.

E essa realidade já começa a aparecer no campo. Em alguns estados brasileiros, como Santa Catarina, há relatos de produtores que precisaram parar seus maquinários por dias — até semanas — por causa da falta de diesel e dos preços elevados do combustível. É o reflexo direto de um problema global batendo na porta do agricultor.

Outro ponto crítico são os fertilizantes. Boa parte dos insumos utilizados na agricultura depende de derivados do petróleo ou de cadeias logísticas internacionais que passam por regiões afetadas por conflitos. Com instabilidade geopolítica, os preços sobem e o acesso pode ficar mais difícil.

E onde entra a soja nisso tudo? Simples: o aumento dos custos reduz a margem do produtor. Plantar fica mais caro, colher também, e escoar a produção pesa ainda mais. Mesmo quando o preço internacional da soja sobe, muitas vezes o ganho é corroído pelo custo elevado dos insumos.

Além disso, o mercado global reage à incerteza. Investidores ficam mais cautelosos, o dólar tende a subir e isso também impacta o setor — tanto positivamente nas exportações quanto negativamente nos custos internos.

No fim das contas, o produtor brasileiro, que já lida com desafios climáticos e logísticos, ainda precisa conviver com fatores que estão a milhares de quilômetros de distância, mas que influenciam diretamente sua realidade.

A guerra, portanto, não fica só no noticiário internacional. Ela atravessa oceanos, chega aos portos, encarece insumos e desembarca, sem aviso, dentro da porteira.

Fluminense aproveita a falha da defesa do Galo, vence e encosta nos lideres do Brasileirão.

(Foto: Pedro Souza / Atlético)
 O Fluminense soube aproveitar um vacilo da defesa do Atlético-MG para sair com a vitória por 1 a 0. Na primeira etapa, o Galo até tentou pressionar, mas encontrou dificuldades no meio-campo e pecou nas finalizações.

O lance decisivo veio após um erro de marcação do zagueiro Iván Román, que acabou sendo aproveitado por Castillo para marcar o gol do Tricolor.

No segundo tempo, o Atlético-MG buscou a reação e aumentou a pressão, mas o Fluminense conseguiu se organizar defensivamente e segurar o resultado até o apito final.

Com o triunfo, a equipe carioca encostou nos líderes da competição.

Botafogo vence o Bragantino e alivia a pressão no Brasileirão..

 (Foto: Anderson Romão/AGIF)
 A torcida do Botafogo pôde voltar a entoar o tradicional “toca Raul” e aproveitar a noite de sábado com mais tranquilidade. Com grandes intervenções, o goleiro foi o principal destaque da equipe na vitória sobre o Bragantino

No setor ofensivo, Alex Telles, cobrando pênalti, e Barboza balançaram as redes e garantiram o triunfo por 2 a 1. O resultado ameniza a pressão sobre o time, que vinha de quatro derrotas consecutivas no Brasileirão, e tira momentaneamente a equipe da zona de rebaixamento.

Pelo lado do Bragantino, Lucas Barbosa marcou o gol que diminuiu o placar, mas não evitou mais um tropeço. O Massa Bruta chegou ao sexto jogo seguido sem vitória. 

Depois de 4 derrotas consecutivas o time do Botafogo consegue vencer o Bragantino, três pontos importante para o Glorioso.

Caiu mais um Treinador na oitava rodada do Brasileirão.

Caiu mais um treinador no Brasileirão. Desta vez, na oitava rodada, o técnico Martín Anselmi foi demitido do Botafogo, mesmo após a vitória diante do Bragantino.


O clube carioca optou por encerrar o vínculo com o treinador em meio ao mau desempenho na competição. Antes da vitória, o time vinha de quatro derrotas consecutivas, o que aumentou a pressão sobre o comando técnico.

O triunfo sobre o Bragantino chegou a tirar o Botafogo do Z4, fazendo a equipe dormir fora da zona de rebaixamento com seis pontos. No entanto, com o empate do Santos, o time voltou para o Z4 e encerrou a rodada na 17ª colocação, ainda com seis pontos.

Kaloré avança com asfalto e conclui primeiro trecho rumo a Jussiara.

Foto - Divulgação.
 Kaloré comemorou nesta semana a finalização do primeiro quilômetro de pavimentação da estrada que liga ao distrito de Jussiara. A obra faz parte de um projeto maior, que prevê cerca de 12 km de asfalto. Muito aguardada pelos moradores, a iniciativa conta com investimento aproximado de R$ 21 milhões e deve trazer melhorias no trânsito, na segurança e na qualidade de vida, principalmente para a população local e os produtores rurais.

As autoridades ressaltaram o caráter histórico da obra, que durante anos foi apenas uma promessa, e destacaram que a pavimentação segue um padrão elevado de qualidade, sendo adequada até para o tráfego de veículos pesados. Integrada ao programa estadual “Estrada Boa”, a ação também projeta Kaloré como destaque no Paraná. A expectativa é de que a estrada contribua para o crescimento da região, facilite o transporte da produção agrícola e gere benefícios para toda a comunidade.


Santos empata com o Cruzeiro e segue 4 jogos sem vencer no Brasileirão.

Foto - Divulgação.
 Na Estreia de Cuca o  peixe, por sua vez, criou algumas chances de gol com Rony e Barreal, mas a defesa do Cruzeiro afastou. No jogo, o time do Santos teve a chance e fez o gol com Barreal, mas o VAR interveio e anulou o gol.

O time todo do Santos foi à loucura, dizendo que o juiz e o VAR erraram. Neymar e Gabigol ficaram chateados e, nas redes sociais, reclamaram: “como pode anular um gol desse? O juiz errou feio”. Com isso, o placar ficou 0 x 0, empate ruim para os dois lados, que não conseguiram buscar a vitória.

Na estreia de Cuca pelo Santos, o treinador ficou irritado com o desempenho do VAR, que tirou a vitória do Santos após anular o gol.

Em alguns lances, o time do Santos foi melhor e teve chances de buscar a vitória. O Cruzeiro, em alguns momentos, também teve chances, onde fez o goleiro do Santos trabalhar.

Com o empate de 0 x 0, o Cruzeiro amarga a 20° colocação, com 4 pontos, segurando a lanterna do Brasileirão na 8° rodada. Já o Santos permanece em 16° lugar, com 7 pontos. O time saiu na bronca com a arbitragem no jogo.