Coluna – Santos preocupa e aumenta pressão sobre Cuca.

 O empate em 1 a 1 contra o Deportivo Recoleta, na Vila Belmiro, acendeu ainda mais o alerta no Santos. Diante de um adversário reserva e tecnicamente inferior, o time novamente deixou escapar uma vitória considerada obrigatória na Copa Sul-Americana.

Apesar do domínio na posse de bola e das chances criadas, a equipe mostrou ineficiência no ataque. Neymar e Gabigol tiveram oportunidades claras, mas não conseguiram converter em gols, refletindo a falta de efetividade que tem marcado o desempenho recente do time.

A situação se agravou com a reação da torcida, que passou a cobrar diretamente o técnico Cuca durante a partida. O treinador, por sua vez, demonstrou insatisfação e, com gestos, indicou que trabalha com um elenco limitado, sugerindo que as opções disponíveis não permitem grandes mudanças no desempenho da equipe.

Com o resultado, o Santos permanece na última colocação do Grupo D, complicando suas chances de classificação. Mais do que o placar, o que preocupa é o futebol apresentado: sem organização, sem entrosamento e cada vez mais pressionado por sua torcida.

Se não houver uma resposta rápida dentro de campo, a crise tende a se intensificar — e a paciência da torcida, já no limite, pode acabar de vez.

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