Abre o olho Santos, com a vitória do Botafogo em cima do Mirassol por 3 x 2 o time carioca saiu do Z 4 e colocou o peixe na zona de rebaixamento, o time do Santos sem jogar ja está na zona de perigo.
Após amistosos, Robson Macedo aponta os 5 nomes certos para 2026.
Na opinião de Robson Macedo, os cinco jogadores que garantiram vaga direta para a Copa de 2026, após os últimos dois amistosos da Seleção Brasileira — onde o Brasil perdeu para a França por 2 x 1 e venceu a Croácia por 3 x 1 — são os seguintes:
Vamos começar pelo Matheus Cunha, que é meia-atacante e jogou como meio-campista. Além de eu ter criticado no primeiro jogo contra a França, o cara jogou muita bola diante da Croácia. Deu um belo lançamento para Vini Jr. puxar o contra-ataque, fazer uma linda jogada, cortar a defesa croata e tocar para Danilo fazer um belo gol.
Aliás, o volante Danilo é outro que pediu passagem. Cria do Palmeiras, formado no Verdão e atualmente no Botafogo, aproveitou bem a sua chance como titular diante da Croácia e jogou muita bola. É uma bela briga no m
eio de campo para jogar ao lado de Casemiro, disputando posição com Andrey Santos e Bruno Guimarães, mas o cara tem que ir para a Copa do Mundo.
Luiz Henrique, atacante ex-Botafogo e atualmente no Zenit, é o jogador que a Seleção Brasileira precisa na Copa. O cara é bom de drible, tem talento, velocidade e parte para cima dos adversários. Ontem mesmo, a defesa da Croácia ficou perdida e não achou o atacante. Tem que estar na Copa.
Outro jogador que tem que estar na Copa, ou pelo menos na lista final como suplente, é o Igor Thiago. Está pedindo passagem, joga muito bem, é um matador dentro da área e bom batedor de pênalti — isso que o Brasil precisa.
Outro nome que não pode faltar de jeito nenhum é o Endrick. O cara entrou e, com apenas 20 minutos de jogo, fez a diferença para o Brasil. Ele mudou a dinâmica do jogo, foi para cima, buscou e criou chances. A vitória da Seleção Brasileira por 3 x 1 diante da Croácia passou pelos pés dele. O cara faz muita diferença, é um craque: cavou pênalti e ainda deu assistência para o Gabriel Martinelli fazer o terceiro gol.
Esses são jogadores que não podem faltar na Copa do Mundo de 2026, têm que estar lá. E na defesa tem que levar o Bremer, gostei da atuação dele, principalmente pelo lado direito.
Brasil chega cercado de dúvidas para a Copa do Mundo de 2026
| Foto - Divulgação. |
O treinador Carlo Ancelotti ainda está testando a equipe. Em um dos jogos, escalou um time com Casemiro e Andrey Santos no meio-campo, mas não funcionou bem. Também colocou Vini Jr. e Raphinha, que não jogaram nada. Na minha opinião, esses jogadores não estão demonstrando comprometimento com a Seleção Brasileira, nem vontade de vestir a camisa — parecem jogar apenas em seus clubes, e isso acabou contribuindo para a derrota.
Agora, para o jogo contra a Croácia, o treinador mudou o time e fez algumas alterações. Em treino, esboçou uma equipe com seis mudanças. Com os cortes de Wesley e Raphinha por lesão, ele colocou Danilo e João Pedro. Além disso, Ancelotti indicou Ibañez e Luiz Henrique como opções.
No gol, o técnico deve manter o rodízio e dar nova chance a Bento no lugar de Ederson. Na defesa, Marquinhos volta a ser titular na vaga de Bremer. No meio, Andrey Santos sai para a entrada de Danilo. Já no ataque, João Pedro entra na vaga de Gabriel Martinelli. Vini Jr. deve atuar mais uma vez aberto, e Matheus Cunha permanece no time. Sinceramente, não sei o que Ancelotti viu em Matheus Cunha — eu colocaria o Endrick, mas é a escolha do treinador.
A provável escalação é:
Bento; Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vini Jr.
Esse é o último amistoso antes da convocação final para a Copa do Mundo. Agora, se for esse mesmo time que jogou contra a França e agora enfrentará a Croácia, não passa nem da primeira fase. Falta comprometimento com a camisa e vontade de vencer. É como ter uma Ferrari sem gasolina — não adianta nada.
Dá saudade daquele time de 2002 e até de 2006, com Rivaldo, Ronaldo, Cafu, Adriano e Zé Roberto. Aquela equipe tinha raça, vontade e colocava medo nos adversários.
O Brasil está no Grupo C, junto com Marrocos, Haiti e Escócia.
Palmeiras perde Piquerez por lesão e lateral passará por cirurgia.
O Palmeiras perde um lateral importante: trata-se do lateral-esquerdo Piquerez. O jogador, que estava com a Seleção Uruguaia em um amistoso contra a Inglaterra, sofreu uma entrada duríssima de um jogador inglês durante uma disputa de bola. Foto: Julian Finney/Getty Images
Com a falta, o atleta teve uma lesão de ligamento no tornozelo, já constatada, e passará por cirurgia. Trata-se de uma perda dura para o Verdão, já que ele é titular absoluto no time e peça importante no esquema tático de Abel Ferreira.
O clube ainda não revelou o prazo de recuperação, mas a expectativa é de que o lateral não fique fora da Copa do Mundo e consiga defender sua seleção. A lesão ocorreu na sexta-feira, no estádio Wembley, em Londres, durante o amistoso entre Uruguai e Inglaterra.
Agora, para o jogo contra o Grêmio, em casa, o Palmeiras tem como opções os laterais Arthur e Jefté para substituir Piquerez. No entanto, Jefté não vem tendo boas atuações, enquanto Arthur aparece como a melhor opção. Mesmo assim, o técnico português pode optar por Jefté para a partida contra o Grêmio.
Verdão se movimenta por Nino e acompanha possível volta de Danilo.
O time do Palmeiras ainda busca preencher seu setor defensivo e ofensivo. O Verdão está no mercado e busca reforçar o time para o segundo semestre. O diretor de futebol Anderson Barros acredita que a negociação com um zagueiro, que no caso é o Nino, pode evoluir: “Só precisamos do tempo certo”. O zagueiro é um sonho do Palmeiras. Foto: Mike Kireev/NurPhoto
O Alviverde ainda, no início da temporada, acertou com o staff do jogador e aguarda liberação do Zenit, que negou negociá-lo em fevereiro, mas está aberto a conversas para o segundo semestre.
Já no meio-campo, o Palmeiras acompanha de perto a situação do volante Danilo, cria da casa. O jogador, que atualmente está no Botafogo, o clube carioca já tinha mandado uma carta ao Palmeiras no início do ano dizendo que não negociava o atleta, mas agora as coisas mudaram de figura. O time do Glorioso, que vive um momento difícil com crise financeira, precisa fazer caixa.
Para o Palmeiras ter o jogador é difícil, ele vive um bom momento no Botafogo, é um jogador jovem e foi convocado para amistosos contra França e Croácia. Depois disso, o seu caminho deve ser a Europa, de olho em uma vaga para a Copa do Mundo de 2026.
“Danilo é um jogador que tem uma relação muito próxima com o Palmeiras, sempre teve, saiu na época porque havia uma necessidade”, iniciou Barros.
“Mas está em um clube que atravessa algumas situações complicadas no processo de gestão, não acredito que isso possa evoluir nesse momento agora e não existe absolutamente nada além disso”, afirma o gerente de futebol.
Com um jogador a mais, Brasil joga mal e perde para a França em amistoso.
A Seleção Brasileira realizou um amistoso contra a França em Boston. Durante o jogo, a Seleção Brasileira não viu nem a cor da bola, o time atuou ruim e a França tomou conta do jogo, criando chances de gols e abrindo o placar com Mbappé aos 31 minutos do primeiro tempo, aproveitando falha da defesa do Brasil, quando ele, de cavadinha, fez um belo gol.(Foto: Brian Snyder/Reuters)
O Brasil ainda criou uma chance com Raphinha, mas mesmo assim o Brasil não tinha ritmo de jogo. O Ancelotti está de brincadeira de colocar o Danilo, que errou muito e não jogou nada pela direita ou como zagueiro. Léo Pereira até que jogou bem, Luiz Henrique entrou bem e deu ritmo ao jogo, mas Matheus Cunha não jogou nada.
No segundo tempo, o time do Brasil levou mais um gol após outro erro da sua defesa. Dembélé se aproveitou do erro de passe brasileiro, e Ekitiké ampliou aos 19 do segundo tempo. Bremer, com a defesa modificada para a partida, até diminuiu o placar aos 32, em lance construído com Danilo, Casemiro e Luiz Henrique após cobrança de falta, mas sem conseguir mudar o resultado.
O time do Brasil não mereceu a vitória porque não jogou nada, e o italiano Ancelotti fez mudanças erradas na partida, colocou João Pedro e Igor Thiago em vez de colocar Endrick e Rayan no time, esses dois fariam o Brasil jogar mais e ter mais ritmo na partida.
Ainda o time brasileiro teve um jogador a mais durante o jogo e não teve capacidade de buscar o empate e a vitória. Com esse time de jogadores convocados, se jogar a Copa do Mundo não passa da primeira fase, ainda mais contando com jogadores medíocres como Danilo, que não aguenta nem chegar na linha de fundo e está morto, e Casemiro, outro que foi muito mal.
Vini Jr. está sem ritmo de jogo, parece que a Virginia está matando o futebol dele, ele não está rendendo nada com a camisa da Seleção, porque o avião da Virginia aquele mulherão tá matando o jogador é muito área para o caminhão dele.
É uma calamidade essa Seleção Brasileira hoje, uma vergonha, e desse jeito não passa nem da primeira fase.
A Escalação do Brasil que perdeu por 2 x 1 diante da França
Ederson;
Wesley, Ibañez, Bremer e Léo Pereira;
Douglas Santos, Casemiro, Gabriel Sara e Andrey Santos;
Danilo Santos, Raphinha, Luiz Henrique, Matheus Cunha, Igor Thiago, Vini Jr., Gabriel Martinelli e João Pedro.
Borrazópolis estreia com vitória diante de Ariranha do Ivaí e faz bonito no Regional de Futsal.
| Foto - Vereador Dominado . |
Durante o primeiro tempo, a partida ficou empatada em 1 a 1, mas, no segundo tempo, o time de Borrazópolis foi buscar a vitória.
O destaque da equipe foi João Pedro Caetano, que conduziu o time rumo ao triunfo. Foi um grande jogo!
Parabéns à Secretaria de Esporte e Cultura, ao prefeito Adilson Luchetti e a toda a equipe pela realização deste campeonato.
Fã invade palco, derruba Luan Pereira e atitude do cantor viraliza.
| Foto - Divulgação. |
Ratinho Jr. desiste de disputar as eleições de 2026 e levanta questionamentos sobre força política.
| Foto - Divulgação. |
Crônica Esportiva do Jogo São Paulo 0 x 1 Palmeiras.
Desde os primeiros minutos, o Verdão mostrou que não estava disposto a negociar o resultado. Pressionou, ocupou espaços e encontrou no talento de Jhon Arias a chave para abrir o jogo. O gol não foi apenas bonito — foi decisivo, daqueles que mudam o rumo da partida e colocam o time no controle emocional do clássico.
Depois disso, o Palmeiras fez o que poucos conseguem em jogos grandes: administrou sem sofrer. Criou chances, poderia ter ampliado, mas preferiu não se expor. Jogou com maturidade.
É um time que sabe competir. Que entende o momento do jogo. E que, acima de tudo, sabe vencer clássico.
Mais do que três pontos, foi uma afirmação: o Palmeiras não lidera por acaso.
O São Paulo teve a bola, mas não teve o jogo.
No segundo tempo, veio a tentativa de reação. Luciano teve oportunidades, o time se lançou um pouco mais ao ataque, mas faltou o principal: precisão. Faltou calma. Faltou qualidade na hora decisiva.
E em clássico, erro custa caro.
O São Paulo até tentou, mas pareceu sempre um passo atrás. Quando teve a chance de empatar, desperdiçou. Quando precisava decidir melhor, escolheu errado.
No fim, ficou a sensação de que dava — mas não foi.
E assim, o jejum aumenta. E a pressão também.
Coluna – Freguesia que se consolida
O clássico entre Palmeiras e São Paulo já não é mais equilibrado há algum tempo — e o jogo mais recente só reforça isso.
Não se trata apenas de uma vitória. Trata-se de um padrão. Um roteiro que se repete: o Palmeiras entra organizado, competitivo, sabendo o que fazer. O São Paulo, por outro lado, oscila, tenta reagir, mas quase sempre chega atrasado nas decisões.
A sequência de resultados não é coincidência. É reflexo de um time que se consolidou contra um rival que ainda busca respostas.
O termo “freguês”, muitas vezes usado no calor da rivalidade, começa a ganhar contornos de realidade. São jogos sem vitória, decisões mal tomadas e oportunidades desperdiçadas pelo lado tricolor.
Enquanto isso, o Palmeiras cresce. Lidera. Controla. Decide.
Clássico não se joga, se ganha — e hoje, o Palmeiras entendeu isso melhor.
Com gol de Jhon Arias, Palmeiras vence o São Paulo e abre três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão.
O Palmeiras visitou o São Paulo e venceu por 1 a 0, conquistando mais um resultado positivo no clássico e ampliando a sequência de vitórias sobre o rival, que já virou freguês. Foi a sexta vitória seguida do Verdão no confronto. (Foto: Reuters)
Com um belo gol de Jhon Arias, o Palmeiras abriu três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão. O time começou pressionando desde os primeiros minutos. Logo aos cinco, em uma jogada bem trabalhada que começou com Carlos Miguel, a bola passou por Giay e Flaco López, até chegar em Arias pela esquerda.
Mesmo com Piquerez aparecendo como opção, o colombiano preferiu a jogada individual: arrancou, deixou Lucas Ramon para trás, cortou a marcação e finalizou com categoria no canto do goleiro Rafael, abrindo o placar para o Verdão.
Na sequência, o Palmeiras ainda criou outras chances. Arias quase ampliou, Allan teve uma oportunidade clara após driblar o goleiro, mas perdeu o ângulo e finalizou para fora. Maurício também levou perigo. Já o São Paulo teve mais posse de bola, mas pouco produziu e praticamente assistiu o Palmeiras jogar no primeiro tempo.
Na volta do intervalo, o São Paulo melhorou um pouco e tentou reagir. Luciano teve duas boas chances, mas não conseguiu marcar. Em uma delas, aproveitou uma falha da defesa palmeirense, mas finalizou para fora ao invés de tocar. Calleri também teve uma oportunidade, mas acabou sendo atrapalhado na jogada.
O Palmeiras, por sua vez, com as mudanças feitas, passou a administrar o jogo. Mesmo com mais de 10 minutos de acréscimos, o São Paulo não conseguiu empatar. O Verdão ainda criou algumas chances e apenas esperou o apito final para confirmar mais uma vitória no clássico.
Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 19 pontos, abrindo três de vantagem na liderança. Já o São Paulo voltou a oscilar, sofreu a segunda derrota seguida no Brasileirão e segue pressionado.
O retrospecto recente é amplamente favorável ao Palmeiras. São seis vitórias consecutivas sobre o rival, além de um jejum que já chega a 12 jogos sem vitória do São Paulo no clássico. A última vitória tricolor foi em 2023, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Em 2024, o São Paulo até conquistou a Supercopa nos pênaltis, após empate no tempo normal, mas sem vencer no jogo.
Se Ormuz fechar, o agro brasileiro paga a conta.
Pode parecer distante, mas não é. O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais estratégicas do planeta. Por ali passa cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. Fechar essa passagem é como desligar uma das principais torneiras de energia global.
E quando o petróleo para ou diminui, o preço dispara. É automático.
No Brasil, o impacto chega rápido ao campo. O diesel, que move tratores, colheitadeiras e caminhões, fica mais caro. O frete sobe. O custo de produção dispara. E o produtor, que já trabalha com margens apertadas, sente no bolso.
O problema não para por aí. Fertilizantes também entram na conta. Muitos deles dependem de cadeias internacionais que passam por regiões afetadas por conflitos. Com instabilidade, o preço sobe e o acesso fica mais difícil.
O cenário, que já preocupa, pode piorar. Em estados como Santa Catarina, já há relatos de produtores que precisaram parar máquinas por dias — até semanas — por causa da falta de diesel e do preço elevado. É a prova de que uma crise internacional não demora a chegar dentro da porteira.
E a soja? Pode até subir no mercado internacional com o aumento das tensões. Mas isso não significa ganho garantido. O custo de produção sobe junto — e, muitas vezes, mais rápido do que o preço da commodity.
Além disso, em momentos de crise, o dólar dispara. Isso ajuda nas exportações, mas encarece tudo que o produtor precisa comprar: combustível, insumos, peças.
No fim, o produtor brasileiro vira refém de uma guerra que acontece a milhares de quilômetros de distância.
Se o Estreito de Ormuz realmente fechar, o impacto não será apenas geopolítico. Será econômico, direto e pesado. E, mais uma vez, quem está no campo vai sentir primeiro.
Porque no agro, diferente da política internacional, não existe discurso. Existe custo. E a conta sempre chega.
Do Oriente Médio ao campo brasileiro: quando a guerra encarece a soja.
A tensão entre Irã e Estados Unidos no Oriente Médio pode até parecer distante da realidade brasileira, mas seus efeitos chegam rápido — e pesam no bolso do produtor rural.
O Irã é um dos grandes produtores de petróleo do mundo. Em um cenário de conflito, qualquer ameaça à produção ou ao transporte — especialmente em rotas estratégicas — provoca alta imediata no preço do barril. E quando o petróleo sobe, toda a cadeia produtiva global sente o impacto.
No Brasil, isso atinge diretamente o agronegócio. O diesel, essencial para o funcionamento de máquinas agrícolas e para o transporte da produção, fica mais caro. O frete aumenta. O custo de produção dispara.
E essa realidade já começa a aparecer no campo. Em alguns estados brasileiros, como Santa Catarina, há relatos de produtores que precisaram parar seus maquinários por dias — até semanas — por causa da falta de diesel e dos preços elevados do combustível. É o reflexo direto de um problema global batendo na porta do agricultor.
Outro ponto crítico são os fertilizantes. Boa parte dos insumos utilizados na agricultura depende de derivados do petróleo ou de cadeias logísticas internacionais que passam por regiões afetadas por conflitos. Com instabilidade geopolítica, os preços sobem e o acesso pode ficar mais difícil.
E onde entra a soja nisso tudo? Simples: o aumento dos custos reduz a margem do produtor. Plantar fica mais caro, colher também, e escoar a produção pesa ainda mais. Mesmo quando o preço internacional da soja sobe, muitas vezes o ganho é corroído pelo custo elevado dos insumos.
Além disso, o mercado global reage à incerteza. Investidores ficam mais cautelosos, o dólar tende a subir e isso também impacta o setor — tanto positivamente nas exportações quanto negativamente nos custos internos.
No fim das contas, o produtor brasileiro, que já lida com desafios climáticos e logísticos, ainda precisa conviver com fatores que estão a milhares de quilômetros de distância, mas que influenciam diretamente sua realidade.
A guerra, portanto, não fica só no noticiário internacional. Ela atravessa oceanos, chega aos portos, encarece insumos e desembarca, sem aviso, dentro da porteira.
Fluminense aproveita a falha da defesa do Galo, vence e encosta nos lideres do Brasileirão.
| (Foto: Pedro Souza / Atlético) |
O lance decisivo veio após um erro de marcação do zagueiro Iván Román, que acabou sendo aproveitado por Castillo para marcar o gol do Tricolor.
No segundo tempo, o Atlético-MG buscou a reação e aumentou a pressão, mas o Fluminense conseguiu se organizar defensivamente e segurar o resultado até o apito final.
Com o triunfo, a equipe carioca encostou nos líderes da competição.
Botafogo vence o Bragantino e alivia a pressão no Brasileirão..
A torcida do Botafogo pôde voltar a entoar o tradicional “toca Raul” e aproveitar a noite de sábado com mais tranquilidade. Com grandes intervenções, o goleiro foi o principal destaque da equipe na vitória sobre o Bragantino (Foto: Anderson Romão/AGIF)
No setor ofensivo, Alex Telles, cobrando pênalti, e Barboza balançaram as redes e garantiram o triunfo por 2 a 1. O resultado ameniza a pressão sobre o time, que vinha de quatro derrotas consecutivas no Brasileirão, e tira momentaneamente a equipe da zona de rebaixamento.
Pelo lado do Bragantino, Lucas Barbosa marcou o gol que diminuiu o placar, mas não evitou mais um tropeço. O Massa Bruta chegou ao sexto jogo seguido sem vitória.
Depois de 4 derrotas consecutivas o time do Botafogo consegue vencer o Bragantino, três pontos importante para o Glorioso.
Caiu mais um Treinador na oitava rodada do Brasileirão.
O triunfo sobre o Bragantino chegou a tirar o Botafogo do Z4, fazendo a equipe dormir fora da zona de rebaixamento com seis pontos. No entanto, com o empate do Santos, o time voltou para o Z4 e encerrou a rodada na 17ª colocação, ainda com seis pontos.
Kaloré avança com asfalto e conclui primeiro trecho rumo a Jussiara.
Kaloré comemorou nesta semana a finalização do primeiro quilômetro de pavimentação da estrada que liga ao distrito de Jussiara. A obra faz parte de um projeto maior, que prevê cerca de 12 km de asfalto. Muito aguardada pelos moradores, a iniciativa conta com investimento aproximado de R$ 21 milhões e deve trazer melhorias no trânsito, na segurança e na qualidade de vida, principalmente para a população local e os produtores rurais.Foto - Divulgação.
As autoridades ressaltaram o caráter histórico da obra, que durante anos foi apenas uma promessa, e destacaram que a pavimentação segue um padrão elevado de qualidade, sendo adequada até para o tráfego de veículos pesados. Integrada ao programa estadual “Estrada Boa”, a ação também projeta Kaloré como destaque no Paraná. A expectativa é de que a estrada contribua para o crescimento da região, facilite o transporte da produção agrícola e gere benefícios para toda a comunidade.
Santos empata com o Cruzeiro e segue 4 jogos sem vencer no Brasileirão.
| Foto - Divulgação. |
O time todo do Santos foi à loucura, dizendo que o juiz e o VAR erraram. Neymar e Gabigol ficaram chateados e, nas redes sociais, reclamaram: “como pode anular um gol desse? O juiz errou feio”. Com isso, o placar ficou 0 x 0, empate ruim para os dois lados, que não conseguiram buscar a vitória.
Na estreia de Cuca pelo Santos, o treinador ficou irritado com o desempenho do VAR, que tirou a vitória do Santos após anular o gol.
Em alguns lances, o time do Santos foi melhor e teve chances de buscar a vitória. O Cruzeiro, em alguns momentos, também teve chances, onde fez o goleiro do Santos trabalhar.
Com o empate de 0 x 0, o Cruzeiro amarga a 20° colocação, com 4 pontos, segurando a lanterna do Brasileirão na 8° rodada. Já o Santos permanece em 16° lugar, com 7 pontos. O time saiu na bronca com a arbitragem no jogo.
