Crônica Esportiva do Jogo São Paulo 0 x 1 Palmeiras.

 O Palmeiras entrou em campo como quem sabe exatamente o que quer — e mais do que isso, como quem sabe como conseguir. Não foi um jogo de brilho constante, mas foi de controle, inteligência e eficiência.

Desde os primeiros minutos, o Verdão mostrou que não estava disposto a negociar o resultado. Pressionou, ocupou espaços e encontrou no talento de Jhon Arias a chave para abrir o jogo. O gol não foi apenas bonito — foi decisivo, daqueles que mudam o rumo da partida e colocam o time no controle emocional do clássico.

Depois disso, o Palmeiras fez o que poucos conseguem em jogos grandes: administrou sem sofrer. Criou chances, poderia ter ampliado, mas preferiu não se expor. Jogou com maturidade.

É um time que sabe competir. Que entende o momento do jogo. E que, acima de tudo, sabe vencer clássico.

Mais do que três pontos, foi uma afirmação: o Palmeiras não lidera por acaso.

O São Paulo teve a bola, mas não teve o jogo.

Durante boa parte da partida, o time pareceu girar em torno de si mesmo, trocando passes sem profundidade, sem agressividade, sem realmente incomodar o adversário. Enquanto isso, o Palmeiras foi cirúrgico — precisou de uma chance para decidir.

No segundo tempo, veio a tentativa de reação. Luciano teve oportunidades, o time se lançou um pouco mais ao ataque, mas faltou o principal: precisão. Faltou calma. Faltou qualidade na hora decisiva.

E em clássico, erro custa caro.

O São Paulo até tentou, mas pareceu sempre um passo atrás. Quando teve a chance de empatar, desperdiçou. Quando precisava decidir melhor, escolheu errado.

No fim, ficou a sensação de que dava — mas não foi.

E assim, o jejum aumenta. E a pressão também.

Coluna – Freguesia que se consolida

 O clássico entre Palmeiras e São Paulo já não é mais equilibrado há algum tempo — e o jogo mais recente só reforça isso.

Não se trata apenas de uma vitória. Trata-se de um padrão. Um roteiro que se repete: o Palmeiras entra organizado, competitivo, sabendo o que fazer. O São Paulo, por outro lado, oscila, tenta reagir, mas quase sempre chega atrasado nas decisões.

A sequência de resultados não é coincidência. É reflexo de um time que se consolidou contra um rival que ainda busca respostas.

O termo “freguês”, muitas vezes usado no calor da rivalidade, começa a ganhar contornos de realidade. São jogos sem vitória, decisões mal tomadas e oportunidades desperdiçadas pelo lado tricolor.

Enquanto isso, o Palmeiras cresce. Lidera. Controla. Decide.

Clássico não se joga, se ganha — e hoje, o Palmeiras entendeu isso melhor.

Com gol de Jhon Arias, Palmeiras vence o São Paulo e abre três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão.

 (Foto: Reuters)
O Palmeiras visitou o São Paulo e venceu por 1 a 0, conquistando mais um resultado positivo no clássico e ampliando a sequência de vitórias sobre o rival, que já virou freguês. Foi a sexta vitória seguida do Verdão no confronto.

Com um belo gol de Jhon Arias, o Palmeiras abriu três pontos de vantagem na liderança do Brasileirão. O time começou pressionando desde os primeiros minutos. Logo aos cinco, em uma jogada bem trabalhada que começou com Carlos Miguel, a bola passou por Giay e Flaco López, até chegar em Arias pela esquerda.

Mesmo com Piquerez aparecendo como opção, o colombiano preferiu a jogada individual: arrancou, deixou Lucas Ramon para trás, cortou a marcação e finalizou com categoria no canto do goleiro Rafael, abrindo o placar para o Verdão.

Na sequência, o Palmeiras ainda criou outras chances. Arias quase ampliou, Allan teve uma oportunidade clara após driblar o goleiro, mas perdeu o ângulo e finalizou para fora. Maurício também levou perigo. Já o São Paulo teve mais posse de bola, mas pouco produziu e praticamente assistiu o Palmeiras jogar no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o São Paulo melhorou um pouco e tentou reagir. Luciano teve duas boas chances, mas não conseguiu marcar. Em uma delas, aproveitou uma falha da defesa palmeirense, mas finalizou para fora ao invés de tocar. Calleri também teve uma oportunidade, mas acabou sendo atrapalhado na jogada.

O Palmeiras, por sua vez, com as mudanças feitas, passou a administrar o jogo. Mesmo com mais de 10 minutos de acréscimos, o São Paulo não conseguiu empatar. O Verdão ainda criou algumas chances e apenas esperou o apito final para confirmar mais uma vitória no clássico.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 19 pontos, abrindo três de vantagem na liderança. Já o São Paulo voltou a oscilar, sofreu a segunda derrota seguida no Brasileirão e segue pressionado.

O retrospecto recente é amplamente favorável ao Palmeiras. São seis vitórias consecutivas sobre o rival, além de um jejum que já chega a 12 jogos sem vitória do São Paulo no clássico. A última vitória tricolor foi em 2023, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Em 2024, o São Paulo até conquistou a Supercopa nos pênaltis, após empate no tempo normal, mas sem vencer no jogo.

Se Ormuz fechar, o agro brasileiro paga a conta.

 A ameaça do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, caso os Estados Unidos ataquem suas instalações, não é apenas mais um capítulo da tensão no Oriente Médio. É um alerta direto para a economia mundial — e, principalmente, para o agronegócio brasileiro.

Pode parecer distante, mas não é. O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais estratégicas do planeta. Por ali passa cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. Fechar essa passagem é como desligar uma das principais torneiras de energia global.

E quando o petróleo para ou diminui, o preço dispara. É automático.

No Brasil, o impacto chega rápido ao campo. O diesel, que move tratores, colheitadeiras e caminhões, fica mais caro. O frete sobe. O custo de produção dispara. E o produtor, que já trabalha com margens apertadas, sente no bolso.

O problema não para por aí. Fertilizantes também entram na conta. Muitos deles dependem de cadeias internacionais que passam por regiões afetadas por conflitos. Com instabilidade, o preço sobe e o acesso fica mais difícil.

O cenário, que já preocupa, pode piorar. Em estados como Santa Catarina, já há relatos de produtores que precisaram parar máquinas por dias — até semanas — por causa da falta de diesel e do preço elevado. É a prova de que uma crise internacional não demora a chegar dentro da porteira.

E a soja? Pode até subir no mercado internacional com o aumento das tensões. Mas isso não significa ganho garantido. O custo de produção sobe junto — e, muitas vezes, mais rápido do que o preço da commodity.

Além disso, em momentos de crise, o dólar dispara. Isso ajuda nas exportações, mas encarece tudo que o produtor precisa comprar: combustível, insumos, peças.

No fim, o produtor brasileiro vira refém de uma guerra que acontece a milhares de quilômetros de distância.

Se o Estreito de Ormuz realmente fechar, o impacto não será apenas geopolítico. Será econômico, direto e pesado. E, mais uma vez, quem está no campo vai sentir primeiro.

Porque no agro, diferente da política internacional, não existe discurso. Existe custo. E a conta sempre chega.

Do Oriente Médio ao campo brasileiro: quando a guerra encarece a soja.

 

A tensão entre Irã e Estados Unidos no Oriente Médio pode até parecer distante da realidade brasileira, mas seus efeitos chegam rápido — e pesam no bolso do produtor rural.

O Irã é um dos grandes produtores de petróleo do mundo. Em um cenário de conflito, qualquer ameaça à produção ou ao transporte — especialmente em rotas estratégicas — provoca alta imediata no preço do barril. E quando o petróleo sobe, toda a cadeia produtiva global sente o impacto.

No Brasil, isso atinge diretamente o agronegócio. O diesel, essencial para o funcionamento de máquinas agrícolas e para o transporte da produção, fica mais caro. O frete aumenta. O custo de produção dispara.

E essa realidade já começa a aparecer no campo. Em alguns estados brasileiros, como Santa Catarina, há relatos de produtores que precisaram parar seus maquinários por dias — até semanas — por causa da falta de diesel e dos preços elevados do combustível. É o reflexo direto de um problema global batendo na porta do agricultor.

Outro ponto crítico são os fertilizantes. Boa parte dos insumos utilizados na agricultura depende de derivados do petróleo ou de cadeias logísticas internacionais que passam por regiões afetadas por conflitos. Com instabilidade geopolítica, os preços sobem e o acesso pode ficar mais difícil.

E onde entra a soja nisso tudo? Simples: o aumento dos custos reduz a margem do produtor. Plantar fica mais caro, colher também, e escoar a produção pesa ainda mais. Mesmo quando o preço internacional da soja sobe, muitas vezes o ganho é corroído pelo custo elevado dos insumos.

Além disso, o mercado global reage à incerteza. Investidores ficam mais cautelosos, o dólar tende a subir e isso também impacta o setor — tanto positivamente nas exportações quanto negativamente nos custos internos.

No fim das contas, o produtor brasileiro, que já lida com desafios climáticos e logísticos, ainda precisa conviver com fatores que estão a milhares de quilômetros de distância, mas que influenciam diretamente sua realidade.

A guerra, portanto, não fica só no noticiário internacional. Ela atravessa oceanos, chega aos portos, encarece insumos e desembarca, sem aviso, dentro da porteira.

Fluminense aproveita a falha da defesa do Galo, vence e encosta nos lideres do Brasileirão.

(Foto: Pedro Souza / Atlético)
 O Fluminense soube aproveitar um vacilo da defesa do Atlético-MG para sair com a vitória por 1 a 0. Na primeira etapa, o Galo até tentou pressionar, mas encontrou dificuldades no meio-campo e pecou nas finalizações.

O lance decisivo veio após um erro de marcação do zagueiro Iván Román, que acabou sendo aproveitado por Castillo para marcar o gol do Tricolor.

No segundo tempo, o Atlético-MG buscou a reação e aumentou a pressão, mas o Fluminense conseguiu se organizar defensivamente e segurar o resultado até o apito final.

Com o triunfo, a equipe carioca encostou nos líderes da competição.

Botafogo vence o Bragantino e alivia a pressão no Brasileirão..

 (Foto: Anderson Romão/AGIF)
 A torcida do Botafogo pôde voltar a entoar o tradicional “toca Raul” e aproveitar a noite de sábado com mais tranquilidade. Com grandes intervenções, o goleiro foi o principal destaque da equipe na vitória sobre o Bragantino

No setor ofensivo, Alex Telles, cobrando pênalti, e Barboza balançaram as redes e garantiram o triunfo por 2 a 1. O resultado ameniza a pressão sobre o time, que vinha de quatro derrotas consecutivas no Brasileirão, e tira momentaneamente a equipe da zona de rebaixamento.

Pelo lado do Bragantino, Lucas Barbosa marcou o gol que diminuiu o placar, mas não evitou mais um tropeço. O Massa Bruta chegou ao sexto jogo seguido sem vitória. 

Depois de 4 derrotas consecutivas o time do Botafogo consegue vencer o Bragantino, três pontos importante para o Glorioso.

Caiu mais um Treinador na oitava rodada do Brasileirão.

Caiu mais um treinador no Brasileirão. Desta vez, na oitava rodada, o técnico Martín Anselmi foi demitido do Botafogo, mesmo após a vitória diante do Bragantino.


O clube carioca optou por encerrar o vínculo com o treinador em meio ao mau desempenho na competição. Antes da vitória, o time vinha de quatro derrotas consecutivas, o que aumentou a pressão sobre o comando técnico.

O triunfo sobre o Bragantino chegou a tirar o Botafogo do Z4, fazendo a equipe dormir fora da zona de rebaixamento com seis pontos. No entanto, com o empate do Santos, o time voltou para o Z4 e encerrou a rodada na 17ª colocação, ainda com seis pontos.

Kaloré avança com asfalto e conclui primeiro trecho rumo a Jussiara.

Foto - Divulgação.
 Kaloré comemorou nesta semana a finalização do primeiro quilômetro de pavimentação da estrada que liga ao distrito de Jussiara. A obra faz parte de um projeto maior, que prevê cerca de 12 km de asfalto. Muito aguardada pelos moradores, a iniciativa conta com investimento aproximado de R$ 21 milhões e deve trazer melhorias no trânsito, na segurança e na qualidade de vida, principalmente para a população local e os produtores rurais.

As autoridades ressaltaram o caráter histórico da obra, que durante anos foi apenas uma promessa, e destacaram que a pavimentação segue um padrão elevado de qualidade, sendo adequada até para o tráfego de veículos pesados. Integrada ao programa estadual “Estrada Boa”, a ação também projeta Kaloré como destaque no Paraná. A expectativa é de que a estrada contribua para o crescimento da região, facilite o transporte da produção agrícola e gere benefícios para toda a comunidade.


Santos empata com o Cruzeiro e segue 4 jogos sem vencer no Brasileirão.

Foto - Divulgação.
 Na Estreia de Cuca o  peixe, por sua vez, criou algumas chances de gol com Rony e Barreal, mas a defesa do Cruzeiro afastou. No jogo, o time do Santos teve a chance e fez o gol com Barreal, mas o VAR interveio e anulou o gol.

O time todo do Santos foi à loucura, dizendo que o juiz e o VAR erraram. Neymar e Gabigol ficaram chateados e, nas redes sociais, reclamaram: “como pode anular um gol desse? O juiz errou feio”. Com isso, o placar ficou 0 x 0, empate ruim para os dois lados, que não conseguiram buscar a vitória.

Na estreia de Cuca pelo Santos, o treinador ficou irritado com o desempenho do VAR, que tirou a vitória do Santos após anular o gol.

Em alguns lances, o time do Santos foi melhor e teve chances de buscar a vitória. O Cruzeiro, em alguns momentos, também teve chances, onde fez o goleiro do Santos trabalhar.

Com o empate de 0 x 0, o Cruzeiro amarga a 20° colocação, com 4 pontos, segurando a lanterna do Brasileirão na 8° rodada. Já o Santos permanece em 16° lugar, com 7 pontos. O time saiu na bronca com a arbitragem no jogo.

Crônica – Cruzeiro: um gigante perdido na própria sombra.

 O Cruzeiro entra em campo, mas parece não se encontrar. É como um time que esqueceu o caminho do gol, da confiança, da própria identidade. A camisa pesa — e pesa muito.

O empate contra o Santos não foi apenas mais um resultado ruim. Foi a confirmação de um momento que preocupa. O time até tenta, cria uma chance aqui, outra ali, mas falta alma, falta aquele algo a mais que transforma esforço em vitória.

A torcida, que já viu tempos de glória, hoje assiste com impaciência. Não é só a lanterna que incomoda, é a sensação de que o time não reage. Quatro empates, quatro derrotas, e nenhuma vitória. Um roteiro que parece se repetir a cada rodada.

Agora, com um novo comando, o Cruzeiro busca mais do que três pontos — busca se reencontrar. Porque um clube desse tamanho não pode se acostumar a olhar para cima e ver todos os outros.

Crônica – Santos: revolta, VAR e um gosto amargo.

 O apito final trouxe mais do que um empate. Trouxe revolta.

O Santos saiu de campo com a sensação de que venceu — mas não levou. O gol anulado ainda ecoa na cabeça dos jogadores, da comissão técnica e, principalmente, da torcida. Em um jogo travado, de poucas chances claras, aquele momento parecia ser o alívio.

Mas o VAR entrou em cena. E, com ele, a frustração.

Dentro de campo, o time mostrou mais organização em alguns momentos, tentou, buscou, criou. Não foi brilhante, mas foi competitivo. O suficiente, talvez, para merecer mais do que um 0 a 0.

Fora dele, as reclamações tomaram conta. Neymar, Gabigol, o banco, todos inconformados. A pergunta ficou no ar: até que ponto a tecnologia ajuda — e quando ela passa a atrapalhar?

No fim, o Santos soma um ponto. Mas o sentimento é de perda. Porque, às vezes, empatar pode doer mais do que perder.

Cruzeiro empata com o Santos e termina a oitava rodada na lanterna do Brasileirão

Foto - Divulgação.
Crise ruim em Cruzeiro e Santos, nada bom para os dois lados. As duas equipes com situação ruim, o Cruzeiro com 4 pontos na lanterna do Brasileirão e o Santos perto do Z4 do Brasileirão. Os dois times empataram a partida em 0 x 0.

No primeiro tempo, o time do Cruzeiro teve algumas chances de gol com Gérson, ele obrigou o goleiro Brazão, do Santos, a fazer uma boa defesa. Depois, o time do Cruzeiro chegou com Arroyo, uma finalização que chegou a assustar a defesa do Santos.

O Peixe, por sua vez, criou algumas chances de gol com Rony e Barreal, mas a defesa do Cruzeiro afastou. No jogo, o time do Santos teve a chance e fez o gol com Barreal, mas o VAR interveio e anulou o gol.

O time todo do Santos foi à loucura, dizendo que o juiz e o VAR erraram. Neymar e Gabigol ficaram chateados e, nas redes sociais, reclamaram: “como pode anular um gol desse? O juiz errou feio”. Com isso, o placar ficou 0 x 0, empate ruim para os dois lados, que não conseguiram buscar a vitória.

Na estreia de Cuca pelo Santos, o treinador ficou irritado com o desempenho do VAR, que tirou a vitória do Santos após anular o gol.

Em alguns lances, o time do Santos foi melhor e teve chances de buscar a vitória. O Cruzeiro, em alguns momentos, também teve chances, onde fez o goleiro do Santos trabalhar.

Com o empate de 0 x 0, o Cruzeiro amarga a 20° colocação, com 4 pontos, segurando a lanterna do Brasileirão na 8° rodada. Já o Santos permanece em 16° lugar, com 7 pontos. O time saiu na bronca com a arbitragem no jogo.

Ninguém esperava um começo ruim, com a vitória do Remo diante do Bahia, o Cruzeiro é o único time que ainda não venceu no Brasileirão.

Foto - Divulgação.
Ninguém esperava ou imaginava uma sequência tão ruim do Cruzeiro neste início de Brasileirão. O time entrou em 2026 como campeão mineiro, mas já apresentava um aproveitamento irregular em alguns jogos.

Na estreia da competição nacional, o desempenho foi abaixo do esperado, e a equipe acabou segurando a lanterna do campeonato. O técnico Tite não suportou a pressão após resultados e atuações ruins e acabou sendo demitido.

Para seu lugar, o clube contratou o português Arthur Jorge, campeão pelo Botafogo em 2024, naquele histórico time que conquistou a Libertadores e o Brasileirão. A missão do treinador agora é clara: tirar o Cruzeiro da
crise e buscar a primeira vitória na competição.

No momento, o time mineiro é o lanterna, com apenas 4 pontos conquistados. Após a vitória do Remo sobre o Bahia, o Cruzeiro passou a ser o único time que ainda não venceu no Brasileirão. Até aqui, são 4 empates e 4 derrotas, um desempenho muito abaixo do esperado.

A crise também se reflete fora de campo. A torcida tem protestado, com críticas fortes, chamando os jogadores de “pipoqueiros” e cobrando mais atitude dentro de campo.

Se o time não reagir rapidamente, pode se tornar um forte candidato à luta contra o rebaixamento.

Remo goleia o Bahia e volta a vencer na elite após 32 anos.

Foto. Divulgação 



O Remo não veio para passear na Série A do Brasileirão. O time paraense não tomou conhecimento do Bahia e goleou a equipe baiana por 4 a 1, voltando a vencer um jogo na elite do futebol brasileiro após 32 anos.

Com uma grande atuação, o Remo foi para cima do Bahia, criou muitas chances de gol, administrou bem a partida e venceu com maturidade, impondo seu ritmo de jogo.

Os gols foram marcados por Vitor, Taliari (duas vezes) e Jajá, que decretaram a goleada do Remo. Com o resultado, o time paraense respira um pouco na competição, chegando a seis pontos, mas ainda permanece na vice-lanterna do Brasileirão.

Já o Bahia, que marcou seu gol de honra com Everaldo, perdeu a chance de se aproximar dos líderes, mas segue no G4 com 14 pontos.

Verdão bate o São Paulo e abre três pontos de vantagem na ponta do Brasileirão.

Foto  - Divulgação.
Com a vitória no clássico por 1 a 0 sobre o São Paulo, com gol de John Arias e boa atuação de Flaco López, o Palmeiras assumiu a liderança isolada nesta 8ª rodada do Brasileirão.

O Verdão abriu três pontos de vantagem sobre São Paulo e Fluminense, que permanecem com 16 pontos — o time paulista em segundo lugar e o carioca em terceiro. Já o Palmeiras chegou à sua segunda vitória consecutiva na competição, consolidando a boa fase.

Por outro lado, o São Paulo sofreu sua segunda derrota seguida. Já o Fluminense se recuperou ao vencer o Atlético Mineiro por 1 a 0, após a derrota por 3 a 2, de virada, para o Vasco da Gama.

Bahia pode assumir a liderança do Brasileirão com um jogo atrasado contra a Chapecoense.

O Bahia pode assumir a liderança do Brasileirão. A equipe tem dois jogos a menos e entra em campo amanhã contra o Remo. Depois, ainda disputa a partida atrasada contra a Chapecoense, válida pela 4ª rodada.


Os jogos foram adiados por conta da participação do Bahia na pré-Libertadores, onde acabou sendo eliminado. Atualmente, o time soma 14 pontos e ocupa a terceira colocação.


Se vencer os dois compromissos, o Bahia pode chegar aos 20 pontos e assumir a liderança, ultrapassando o Palmeiras, que venceu o São Paulo e chegou aos 19 pontos.

Análise do primeiro tempo de jogo , São Paulo 0 x 1 Palmeiras.

O Palmeiras foi bem superior ao São Paulo na primeira etapa. O Verdão teve chances claras de “matar” o jogo ainda no primeiro tempo, principalmente com Allan, que desperdiçou duas grandes oportunidades de gol: uma ao driblar o goleiro e não finalizar, e outra ao puxar pelo lado e também não concluir.

O time alviverde não po
deria perder tantas chances como perdeu. Ainda assim, conseguiu abrir o placar com John Arias, após um belo passe de Flaco López. Ele avançou e finalizou com qualidade para fazer 1 a 0.

Já o São Paulo teve uma atuação muito abaixo, criou pouco e praticamente não levou perigo. A equipe teve sorte de o Palmeiras não ampliar o placar, o que manteve o jogo aberto para o segundo tempo.

Mesmo com mais volume de jogo em alguns momentos, o São Paulo não conseguiu transformar isso em chances reais, enquanto o Verdão foi superior durante toda a primeira etapa.

Corinthians empata e segue sem vencer, em seis jogos na Temporada.

 (Foto: Liamara Polli/AGIF)
Demorou, mas saiu o primeiro empate sem gols do Brasileirão 2026. Chapecoense e Corinthians ficaram no 0 x 0 na Arena Condá, em um jogo movimentado, com muitas chances para os dois lados, mas sem eficiência nas finalizações.
 Mesmo com várias tentativas — foram muitas finalizações durante a partida — nenhuma das equipes conseguiu marcar. Faltou capricho na hora de concluir.

Para o Corinthians, o momento segue complicado. O time já soma seis jogos sem vencer na temporada, com uma sequência ruim de empates e derrotas nas últimas rodadas.

A última vitória do Timão foi ainda em fevereiro, quando venceu o Athletico-PR. Desde então, o time não consegue reagir e segue pressionado no campeonato.