Coluna do Robson Macedo – O Palmeiras mostrou maturidade de campeão

A vitória do Palmeiras sobre o Grêmio Novorizontino mostrou algo que muitas vezes decide finais: maturidade.

O time de Abel Ferreira não fez um jogo espetacular, mas fez um jogo inteligente. Controlou a posse de bola, marcou forte e soube aproveitar o momento certo para decidir a partida.

E finais são decididas justamente assim.

O gol de Flaco López mostra isso. O atacante estava no lugar certo, na hora certa, e teve a calma necessária para finalizar com categoria. Foi um lance de oportunismo, algo essencial em decisões.

Mas o grande momento psicológico do jogo veio com a defesa de pênalti de Carlos Miguel. Ficar parado no meio do gol em uma final exige personalidade. O goleiro mostrou frieza e mudou completamente o rumo da partida.

Se o Novorizontino empatasse naquele momento, o jogo poderia ganhar outro cenário.

O Tigre do Vale até fez um jogo competitivo, marcou bem e dificultou a criação do Palmeiras. Porém, faltou qualidade ofensiva para transformar esforço em perigo real.

Agora a decisão vai para Novo Horizonte. O Palmeiras leva a vantagem do empate e também a experiência de quem está acostumado a disputar finais.

E quando um time acostumado a vencer entra em campo com essa vantagem, a pressão passa a ser toda do outro lado.

A final segue aberta. Mas, depois do primeiro jogo, o Palmeiras mostrou por que continua sendo um dos times mais fortes do futebol brasileiro.

Entrevista | Rafa Carraro fala sobre a nova música “Doeu Doeu” e o momento da carreira

 Entrevista | Rafa Carraro fala sobre a nova música “Doeu Doeu” e o momento da carreira.

Foto - Divulgação


O cantor Rafa Carraro vive um novo momento na carreira com o lançamento da música autoral “Doeu Doeu”. Em entrevista, o artista falou sobre inspiração, maturidade musical e o projeto #ViolãoMágico, que tem conquistado público por onde passa.

Veja a entrevista virtual abaixo.


“Doeu Doeu” nasceu de uma história real?

Rafa Carraro: “Nasceu sim. Quase tudo que eu escrevo vem de algo que eu vivi ou vi de perto. ‘Doeu Doeu’ fala daquele sentimento que todo mundo já passou um dia. É sobre amor, perda, aquela dor que a gente tenta esconder, mas que insiste em ficar. Quando eu compus, eu pensei: essa música precisa ser cantada olhando no olho.”

Por que escolher essa música como o primeiro lançamento do ano?

Rafa: “Porque ela representa muito o meu momento atual. É uma música verdadeira, intensa e que conversa com o público de forma direta. Eu queria abrir o ano mostrando exatamente quem eu sou artisticamente hoje.”

 O projeto #ViolãoMágico continua sendo sua marca registrada?

Rafa: “Com certeza. O violão virou protagonista do meu show. Eu gosto de explorar sonoridades diferentes, transformar o instrumento em algo além do tradicional. O ‘Violão Mágico’ representa estudo, dedicação e a vontade de entregar algo especial para o público.”

O que o público pode esperar dessa nova fase?

Rafa: “Muita energia, emoção e conexão. Eu não quero que as pessoas só escutem minhas músicas. Quero que elas vivam a experiência. ‘Doeu Doeu’ é só o começo do que vem por aí.”

 E os próximos passos?

Rafa: “Estamos preparando novidades, inclusive uma tour pelo Paraná e um projeto acústico com participações especiais. É um momento de crescimento, e eu estou muito feliz com o que está acontecendo.”

Com uma trajetória marcada pela versatilidade e pela vida na estrada, Rafa Carraro aposta na autenticidade para fortalecer seu espaço na música. “Doeu Doeu” chega como um cartão de visitas de uma fase mais madura e intensa do artista.

Crônica Esportiva do Robson Macedo - Frieza de Carlos Miguel e oportunismo de Flaco colocam o Palmeiras na frente na final do Paulistão.

 Na noite da primeira final do Campeonato Paulista, o Palmeiras recebeu o Grêmio Novorizontino na Arena Barueri e fez valer o mando de campo. Com gol decisivo de Flaco López e uma defesa gelada de pênalti do goleiro Carlos Miguel, o Verdão venceu por 1 a 0 e abriu vantagem na decisão.

Desde o início da partida, a equipe comandada por Abel Ferreira mostrou controle do jogo. Com mais posse de bola e intensidade na marcação, o Palmeiras não deixava o Novorizontino encontrar espaços para atacar.

O Tigre do Vale até tentou fechar o meio de campo e dificultar a criação palmeirense, mas aos 34 minutos do primeiro tempo veio o lance decisivo. Em um belo lançamento de Marlon Freitas, Sosa ganhou da marcação, brigou pela bola e encontrou Flaco López livre. O atacante dominou, cortou a defesa e finalizou com categoria no canto do goleiro Jordi, abrindo o placar para o Verdão.

O Palmeiras ainda teve chance de ampliar antes do intervalo. Allan acertou a trave, e no rebote Flaco López finalizou para fora, desperdiçando a chance de aumentar a vantagem.

Mas o jogo ainda reservava emoção antes do fim da primeira etapa. Aos 43 minutos, Gustavo Gómez cometeu pênalti em Vinícius Paiva. Era a chance de empate do Novorizontino. Na cobrança, o atacante Róbson bateu forte no meio do gol, mas Carlos Miguel mostrou frieza: ficou parado e fez a defesa, arrancando aplausos da torcida.

No segundo tempo, o Palmeiras seguiu controlando a partida. Abel Ferreira mexeu na equipe e colocou Jhon Arias, Vitor Roque e Felipe Anderson para dar mais força ofensiva.

Logo aos 6 minutos, o Verdão chegou a marcar o segundo gol com Gustavo Gómez após cobrança de escanteio, mas o VAR anulou o lance por impedimento. Mesmo assim, o time seguiu criando oportunidades. Arias quase marcou, e o lateral Khellven obrigou Jordi a fazer grande defesa.

O Novorizontino ainda tentou reagir, mas esbarrou na forte marcação do Palmeiras e pouco conseguiu produzir ofensivamente.

No fim, o placar de 1 a 0 premiou o controle do Verdão durante a partida. Com o resultado, o Palmeiras leva vantagem para o jogo de volta em Novo Horizonte e joga por um empate para conquistar mais um título estadual.

Com Carlos Miguel pegando pênalti e Flaco López decidindo, Palmeiras vence o Novorizontino e sai na frente no jogo de ida da final do Paulistão.

Jogo

O time do Palmeiras recebeu o Novorizontino na Arena Barueri, fazendo a primeira final do Paulistão, jogo de ida. O Verdão venceu a partida por 1 x 0, gol de Flaco López, que fez uma grande atuação. Em um lançamento de Marlon Freitas para a área, o volante achou Sosa sozinho. Ele brigou com a defesa do Tigre, conseguiu ficar com a bola e tocou para Flaco López, que cortou a defesa e finalizou bonito no canto do goleiro Jordi. A bola foi finalizada de leve, sem chances para o goleiro, que não teve tempo de pular para fazer a defesa.

Ainda na partida, o Palmeiras viu o Novorizontino quase chegar ao gol de empate, após Gustavo Gómez tocar no jogador do adversário dentro da área. O juiz viu, entendeu que era falta e deu o pênalti. Róbson cobrou a penalidade e Carlos Miguel defendeu. O atacante chutou forte no meio, e o goleiro foi inteligente: esperou o atacante chutar e defendeu sem pular na bola.

Ainda no segundo tempo, o Palmeiras quase fez o segundo gol com Gustavo Gómez, mas o juiz anulou o gol por impedimento. Agora o Palmeiras, que administrou a partida e venceu o jogo por 1 x 0, joga por um empate no jogo de volta em Novo Horizonte (SP).

 (Foto: Marcos Ribolli)

Como fica a final

O Palmeiras venceu o jogo por 1 x 0 na ida e agora precisa de um empate para ser campeão paulista de 2026 e chegar à sua 27ª conquista estadual.

Já o Novorizontino, que jogou muito bem contra o Palmeiras e marcou bem o adversário, mas também errou em sua defesa, tenta reverter a situação jogando diante da sua torcida. Vai ser uma loucura e muita pressão, onde a cidade de Novo Horizonte vai parar. Para ser campeão inédito do Paulista, o Tigre do Vale precisa fazer dois gols para ser campeão direto. Se fizer 1 gol, a decisão vai para os pênaltis, e se empatar o título é do Palmeiras.

Erro da defesa do Palmeiras, isso não pode acontecer

O time do Palmeiras administrava muito a partida, não dava espaço para o Novorizontino pensar em contra-atacar. Quando a bola saía fora de campo a favor do Palmeiras, o time cobrava o lateral bem rápido, tocava a bola e administrava o tempo com volume de jogo.

Mas a defesa do Palmeiras deu uma bobeira e falhou. Gustavo Gómez cometeu falta dentro da área do Palmeiras em Vinícius Paiva, aos 43 minutos do primeiro tempo, e o juiz viu e deu pênalti. O atacante Róbson foi para a bola e jogou a chance fora. Ele encheu o pé, cobrou no meio, mas Carlos Miguel pegou após não se mover e fazer a defesa.

Uma coisa que surpreendeu os companheiros foi a atitude de Carlos Miguel ficar parado no meio do gol em uma final e pegar a bola sem se mover. Ao terminar o primeiro tempo, Flaco López foi questionado pela imprensa sobre a atitude do companheiro e respondeu que ficou feliz pela defesa.

Foi também a primeira cobrança de pênalti defendida por Carlos Miguel com a camisa do Palmeiras. O cara é gelado.


(Foto: Marcello Zambrana/Agif)

Primeiro tempo

O time do Palmeiras administrou a partida e teve mais posse de bola, 62% contra 38% do Novorizontino. O Verdão marcou muito o adversário e não deixou brecha para o Novorizontino buscar o atacante Róbson, que estava infiltrado entre a defesa do Palmeiras.

O Novorizontino também marcou muito o meio de campo do Palmeiras. No jogo contra o São Paulo, o meia Maurício teve mais espaço para jogar porque o time do tricolor escalou Luan, por isso Maurício foi o cara na partida.

Agora contra o Tigre a ideia foi outra e o Novorizontino marcou muito. Mesmo o Palmeiras tentando e criando algumas chances de perigo com Sosa em alguns minutos de jogo, encontrou dificuldade para furar a defesa do Tigre.

Mas, de tanto pressionar e trocar passes, o Palmeiras conseguiu furar a grande marcação do Novorizontino. Aos 34 minutos do primeiro tempo o time conseguiu abrir o placar após um bom lançamento de Marlon Freitas, que achou Sosa, que viu Flaco López livre e tocou para o atacante que, com calma, finalizou bonito para fazer o gol.

Ainda o Palmeiras quase fez o segundo com Allan, que mandou uma bola na trave do Novorizontino, e no rebote Flaco López finalizou para fora, perdendo a oportunidade de matar a partida.

Uma coisa que não é comum acontecer foi Andreas Pereira errar duas vezes na saída de bola do Palmeiras, e uma quase foi fatal, rendendo um pênalti contra o Palmeiras, quando Gustavo Gómez cometeu falta dentro da área em cima de Vinícius Paiva.

Róbson bateu forte, mas Carlos Miguel esperou e fez uma grande defesa.


Segundo tempo


No segundo tempo o treinador Abel Ferreira fez algumas modificações, colocando Jhon Arias e Vitor Roque na partida, além de Felipe Anderson.

O Palmeiras administrou a partida e, aos 6 minutos de jogo, em cobrança de escanteio, Gustavo Gómez cabeceou e o goleiro Jordi fez a defesa. No rebote o zagueiro marcou o segundo, mas o VAR interveio no lance, analisou e marcou impedimento, anulando o gol.

O Palmeiras ainda pressionava o Novorizontino. Arias quase criou uma jogada e fez o gol, mas a bola foi para fora. O lateral Khellven obrigou Jordi a fazer uma grande defesa.

O Novorizontino tentou buscar o empate, mas sem sucesso. A marcação do Palmeiras estava implacável e o ataque do Novorizontino não conseguiu dar trabalho a Carlos Miguel.

Palmeiras 1 x 0 Novorizontino. Com estádio cheio e apoio da torcida, que fez a festa, o Verdão jogou muito bem e o treinador Abel Ferreira mais uma vez foi cirúrgico na escalação do Palmeiras, escolhendo Sosa para jogar no lugar de Vitor Roque, e ele entrou muito bem.

Atuações do Palmeiras


Carlos Miguel pega pênalti sem se mover, foi gelado e evita o gol do Novorizontino que seria o empate.

Jhon Arias entra muito bem, joga muita bola, vai para cima do adversário e faz grandes jogadas.

Sosa atua muito bem e toca para Flaco López, que mais uma vez decide a partida.

Esses jogadores tiveram grande atuação no Palmeiras.

Atuações do Novorizontino


Sem Rômulo, não teve um jogador específico que foi destaque contra o Palmeiras, mas podemos destacar o goleiro Jordi, que fez boas defesas e evitou que o placar fosse maior.


Vitor Roque começa no banco e Palmeiras muda time para a decisão de agora , Sosa começa entre os titulares.

Foto - Divulgação.


Foi confirmado pelo Palmeiras que Vitor Roque não começará como titular. A decisão foi tomada em razão da importância do confronto e também pensando no segundo jogo da decisão, que será na casa do adversário, no domingo.


O técnico Abel Ferreira optou por deixar o camisa 9 no banco de reservas. Durante a semana, o atacante passou por tratamento intensivo após sofrer faltas duras e traumas na última partida contra o São Paulo.


Na vaga de Vitor Roque, Sosa começa entre os titulares.

Palmeiras vai com força máxima diante do Novorizontino no primeiro jogo da final do Paulistão; veja a escalação.

Marcos Ribolli

O Palmeiras vai com força máxima diante do Novorizontino no primeiro jogo da final do Paulistão, na Arena Barueri. A equipe contará com o que tem de melhor à disposição. A principal dúvida é o recém-contratado Jhon Arias, que busca seu espaço e briga por uma vaga entre os titulares, podendo entrar no lugar de Allan ou Mauricio.

O técnico Abel Ferreira realizou treino com o elenco, mas deve repetir a escalação da vitória sobre o São Paulo na semifinal. Vale lembrar que o time que enfrentou o Novorizontino na fase de grupos era bastante modificado — naquela ocasião, o Verdão acabou derrotado por 4 a 0. Agora, o cenário é diferente.

O Palmeiras chega mais forte e com a chance de fazer um grande jogo, impondo seu ritmo e marcando bem a equipe do Tigre do Vale. A decisão promete ser equilibrada. Além disso, o Verdão busca voltar a conquistar o Paulistão após dois anos sem títulos estaduais — o último foi em 2024.

Provável escalação:

Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Mauricio (Arias) e Allan; Flaco López e Vitor Roque.

Um ponto a favor do Palmeiras é que o Novorizontino não poderá contar com seu principal destaque, o meia Rômulo, que pertence ao Verdão e, por contrato, não pode atuar contra o clube a menos que seja paga uma multa de R$ 1 milhão. Valor considerado fora da realidade do time do interior, o que praticamente confirma sua ausência.

Mesmo assim, o técnico do Novorizontino deve preparar uma estratégia para surpreender. Por isso, o Palmeiras precisa entrar atento e concentrado, pois o adversário é organizado e pratica um bom futebol.

A bola rola às 20h, e o Verdão entra em campo em busca de dar o primeiro passo rumo ao título.

Felipe Luís demitido, Abel Ferreira prestigiado: a diferença entre Flamengo e Palmeiras na gestão do futebol

Felipe Luís foi demitido do Flamengo após 101 jogos no comando da equipe. O treinador conquistou títulos importantes para o Rubro-Negro, como a Copa do Brasil de 2024 e, em 2025, o Brasileirão e a Libertadores — ambos vencidos em cima do Palmeiras.

O Flamengo parece querer viver apenas de vitórias. Porém, no futebol, assim como se ganha, também se perde. Em 2026, o time perdeu duas competições no início da pré-temporada: a Supercopa Rei, diante do Corinthians, e a Recopa Sul-Americana, contra o Lanús. Mesmo após grandes conquistas e resultados expressivos, entrando para a história do clube, o treinador acabou sendo demitido.

Na minha opinião, a diretoria
do Flamengo poderia aprender com a gestão do Palmeiras. Abel Ferreira chegou ao clube em outubro de 2020 e conquistou Libertadores, Brasileirão, Campeonato Paulista, Recopa e Supercopa Rei. Também enfrentou oscilações: sofreu derrotas, foi eliminado por equipes de médio porte como CRB e Novorizontino, perdeu para rivais da capital e foi eliminado pelo Corinthians na Copa do Brasil de 2025, além de ter perdido o título paulista para o próprio Corinthians no ano passado. Também já perdeu títulos para o São Paulo.

Mesmo assim, desde a chegada de Abel Ferreira, os rivais paulistas conquistaram poucos títulos, enquanto ele já soma 10 conquistas pelo Palmeiras. Isso demonstra uma gestão que sabe lidar com vitórias, derrotas, pressão da torcida e críticas. Tanto na gestão de Maurício Galiotte quanto na de Leila Pereira, o clube sempre confiou no projeto do diretor de futebol e do treinador — que, inclusive, recusou propostas maiores do futebol mundial para permanecer no Palmeiras.

Hoje, Abel Ferreira é o treinador mais bem pago do futebol brasileiro, por mérito, e tem contrato até o fim de 2027. Para mim e para muitos palmeirenses, ele deveria encerrar a carreira no Palmeiras.

Enquanto Felipe Luís, mesmo após ganhar tudo com o Flamengo em 2025, não recebeu o voto de confiança da diretoria e foi demitido, Abel Ferreira, mesmo sem conquistar títulos no último ano, segue com total apoio da diretoria e da torcida após seis anos de trabalho.

Isso, na minha visão, comprova a grandeza do Palmeiras no futebol brasileiro, sul-americano e mundial.

Informativo Câmara de Borrazópolis.

Foto - Divulgação.


Na sessão da Câmara realizada no dia 03, foram debatidas e discutidas diversas pautas e demandas do município. Entre os assuntos abordados, estiveram as cobranças relacionadas à saúde e às estradas rurais.

Uma boa notícia anunciada pelos vereadores foi sobre a indicação feita por nós ao Executivo para a permanência do doutor Lucas no município. Médico renomado, ele conquistou a confiança e o carinho da população de Borrazópolis. Os vereadores se reuniram com o prefeito Didi e o vice-prefeito Di, e a reunião teve resultado positivo: foi confirmada a permanência do médico, que continuará atendendo a população.

O doutor Lucas voltará a atender na UBS Cassarotti nas segundas-feiras, a partir das 7h da manhã e novamente às 13h; nas terças-feiras no mesmo horário; nas quintas-feiras no período da manhã; e também nas sextas-feiras.

Também foi discutida a questão do asfalto. O vereador Dominado afirmou que o serviço foi mal executado. Porém, na minha opinião, não foi. Caso houvesse algum problema, tanto ele quanto os demais vereadores e o prefeito poderiam ter ido fiscalizar a obra. Em municípios vizinhos, que também recebem investimentos do Governo Federal para pavimentação, prefeitos e vereadores acompanham de perto a execução dos serviços, verificando se o trabalho está sendo realizado com qualidade.

Outros vereadores também apresentaram suas indicações e destacaram as melhorias que o Executivo vem realizando no município.

O esporte também esteve em pauta, com destaque para o campeonato de futsal que está acontecendo no Ginásio de Esportes de Borrazópolis, contando com a participação de cidades da região.

Outro assunto abordado foi a realização de uma feira rural prevista para o mês de junho. Também foi comentado sobre a Caminhada de Jesus das Santas Chagas, realizada no último domingo, com agradecimentos aos colaboradores que contribuíram para o sucesso do evento. Também quero parabenizar o prefeito o vice e os 9 vereadores pelo bom trabalho que vem fazendo no momento a frente de Borrazópolis.

Veja mais detalhes no link Clique Aqui sobre tudo o que foi discutido na reunião do dia 03/03/2026.

Goleada diante do Madureira não impede demissão e Flamengo encerra era Filipe Luís.

Foto: André Durão
Depois da goleada por 8 a 0 sobre o Madureira pelo Campeonato Carioca, horas depois o treinador foi comunicado de que estava desligado do clube. Mesmo após a vitória elástica, o Flamengo optou pela demissão do técnico, que, neste início de temporada 2026, acumulava um aproveitamento considerado abaixo do esperado.

A crise começou na estreia do Brasileirão, quando o time foi derrotado pelo São Paulo por 2 a 1. Na sequência, vieram resultados ainda mais pesados: a perda da Supercopa do Rei para o Corinthians, por 2 a 0, e o vice-campeonato da Recopa Sul-Americana diante do Lanús — derrota por 1 a 0 na ida e 3 a 2 na volta.

No Campeonato Brasileiro, em cinco partidas, o Flamengo venceu apenas uma, contra o Vitória, acumulando uma campanha muito abaixo das expectativas para um elenco tão qualificado.

Nos bastidores, há relatos de insatisfação de alguns jogadores com o treinador. Um dos casos citados seria o de Luiz Araújo, que perdeu espaço na equipe titular ao longo da temporada.

Em nota oficial, o clube se manifestou:

“O Flamengo agradece ao ex-atleta e técnico Filipe Luís por tudo o que foi conquistado e compartilhado nesta jornada. O clube deseja sucesso e muita sorte na continuidade de sua trajetória profissional.”

Assim, a goleada não foi suficiente para manter o treinador no cargo, evidenciando que o momento turbulento pesou mais do que o placar elástico.

O treinador deixa o Flamengo após 101 jogos à frente da equipe carioca. Nesse período, conquistou 63 vitórias e cinco títulos, alcançando um aproveitamento de aproximadamente 70% — números expressivos e que mostram um trabalho vitorioso em termos estatísticos.

Apesar dos bons números, o futebol é movido pelo momento. As recentes derrotas em decisões importantes e o início irregular na temporada pesaram mais na avaliação da diretoria do que o retrospecto geral do comandante.

Assim, encerra-se um ciclo que, embora tenha sido marcado por conquistas e bons resultados, termina sob a pressão da fase atual e da alta expectativa que sempre envolve o Flamengo.

Coluna do Robson Macedo - Goleada não mascara crise rubro-negra.


O Flamengo fez 8 a 0 no Madureira e garantiu vaga na final do Campeonato Carioca. Resultado incontestável. Mas é preciso separar as coisas: a goleada não apaga o momento turbulento do clube.

O adversário tinha limitações claras. O Flamengo fez sua obrigação. Nada além disso. O problema é que o torcedor não está analisando apenas esse jogo — está analisando o conjunto da obra.

O time perdeu decisões importantes, tropeçou em partidas grandes e viu o ano começar com frustrações. A pressão aumentou, a torcida perdeu a paciência e o treinador acabou demitido. Esse é o cenário real.

O elenco é caro, qualificado e tratado como um dos melhores da América do Sul. O investimento é alto. A cobrança, proporcional. E quando a expectativa é enorme, o desempenho precisa acompanhar.

Ir à final é obrigação. Ser campeão, quase exigência. Porque, para um clube do tamanho do Flamengo, goleada em semifinal não é troféu — é apenas parte do caminho.

Agora, a decisão vai mostrar se o 8 a 0 foi apenas um treino de luxo ou o início de uma reação verdadeira.

Crônica Esportiva do Robson Macedo - Nem a goleada salva.

 O placar dizia 8 a 0. Um massacre. Um atropelo. O Flamengo fez o que se espera de um gigante diante de um adversário mais frágil: dominou, empurrou, construiu o resultado sem sustos. Parecia treino de luxo em noite  de domingo.

A torcida comemorava os gols, mas não comemorava o momento. Porque, às vezes, o futebol vai além do placar. E o placar elástico não apaga as feridas abertas nas semanas anteriores.

Pedro brilhou, a bola entrou de todo jeito, o time foi à final do Carioca. Mas o ambiente não era de festa completa. Era como se cada gol carregasse junto uma pergunta: “E nas decisões? E nos jogos grandes?”

A temporada começou torta. Derrotas pesadas, títulos escapando, atuações abaixo do esperado para um elenco milionário. A pressão virou rotina. E no futebol brasileiro, quando a pressão aperta, alguém paga a conta. O treinador foi o escolhido.

O Flamengo atropelou o Madureira, mas ainda tenta atropelar a própria desconfiança. Vai à final. Mas chega pressionado. No fim das contas, a goleada foi barulhenta no placar — mas silenciosa na confiança.

Nem a goleada salva: Flamengo vai à final do Carioca , mas crise derruba treinador.

Foto - Divulgação.
O Flamengo venceu o Madureira por 8 a 0 na semifinal do Campeonato Carioca. Uma goleada absurda. Mas, convenhamos, também é preciso olhar o nível do adversário. O Rubro-Negro enfrentou uma equipe sem divisão nacional, e o jogo teve clima de treino. Faltou competitividade. Em muitos momentos, nem parecia uma partida decisiva, mas sim um coletivo de preparação.

Imaginava-se o tamanho da vergonha que seria caso o Flamengo perdesse um confronto como esse. Mesmo com a goleada, parte da torcida ficou na bronca, vaiando o time e gritando “time sem vergonha”, além de direcionar críticas ao então técnico Felipe Luís.

Os gols foram marcados por Pedro, quatro vezes, em grande atuação; Lucas Paquetá, duas vezes; Jean Viana, contra; e Samuel Lino, que fechou o placar. O Flamengo construiu o resultado de forma natural, sem sustos, apenas impondo seu ritmo.

Com a vitória, o time garantiu vaga na final do Carioca, onde enfrentará o Fluminense no clássico Fla-Flu.

Apesar da goleada, o momento do Flamengo em 2026 é turbulento. O ano começou com o pé esquerdo. A equipe perdeu para o Fluminense por 2 a 1 no Carioca, depois foi derrotada pelo São Paulo no Brasileirão e viu a crise ganhar força. Também perdeu duas decisões importantes: foi superado pelo Corinthians por 2 a 0 na Supercopa do Rei e acabou derrotado pelo Lanús na Recopa Sul-Americana — 1 a 0 no jogo de ida e 3 a 2 na volta.

No Brasileirão, o desempenho também preocupa, com o time ainda sem vencer. A pressão aumentou, e Felipe Luís não resistiu, sendo demitido pela diretoria.

A torcida perdeu a paciência. O Flamengo investiu pesado e tem um dos elencos mais caros do país. Foram 42 milhões de euros investidos em Lucas Paquetá — valor que, segundo comparações, se aproxima do orçamento de clubes como o Lanús, que venceu o gigante no Maracanã e conquistou a Recopa.

O contraste entre investimento e desempenho é o que mais incomoda o torcedor rubro-negro neste momento.

Palmeiras bate o São Paulo e alcança a sétima final consecutiva do Paulistão.

O Jogo

(Foto: Marcos Ribolli)

O Palmeiras está na final do Campeonato Paulista mais uma vez. É a sétima final seguida que o Verdão chega no Paulistão, somando três títulos e três vice-campeonatos, podendo agora conquistar o quarto título nessa sequência histórica.

Mais uma vez o clube faz história. Que treinador é Abel Ferreira! Desde a sua chegada, o técnico alcança sua sexta final de Paulista.

O Verdão também contou com grande apoio da torcida: mais de 29 mil pagantes viram a vitória por 2 a 1 diante do São Paulo, com grande atuação de Maurício como meia articulador surpresa e de Flaco López, o matador. Calleri descontou de pênalti para o Tricolor.

Agora, o Palmeiras enfrenta o Novorizontino, que eliminou o Corinthians.


Tem final, chama o Palmeiras! O Verde chega


O Palmeiras chegou a mais uma final de Campeonato Paulista. O Verdão está invicto há 11 partidas contra o São Paulo e, pelo segundo ano consecutivo, elimina o rival no estadual.

A última vez que o São Paulo eliminou o Palmeiras foi em julho de 2023, no mata-mata da Copa do Brasil, quando conquistou o título naquela ocasião.

Desde 2020, o Verdão chega à sua 17ª final de campeonato e agora disputa sua 19ª decisão na história do Paulistão, sendo a sétima consecutiva.


Primeiro Tempo

O Palmeiras começou com tudo para cima do São Paulo, criando chances de perigo. O Tricolor entrou com um esquema diferente, deixando Danielzinho no banco e optando por Luan como marcador, mas a estratégia pouco surtiu efeito.

Aos sete minutos, em ritmo acelerado e marcando alto, o Verdão construiu uma jogada de pé em pé. Após troca de passes entre Flaco López, Maurício e Vitor Roque, o camisa 9 cruzou rasteiro. A defesa do São Paulo falhou feio, e a bola sobrou para Maurício, livre, finalizar e abrir o placar: 1 a 0 Verdão. Contra o Palmeiras, errar é fatal.

Depois do gol, só deu Palmeiras. Flaco finalizou aos 18 minutos e Andreas Pereira aos 26, ambos com perigo. O São Paulo tentou responder com Lucas, mas a finalização saiu para fora.

O ritmo caiu na reta final do primeiro tempo, com muitas faltas e poucas chances. Aos 41 minutos, Enzo Díaz cruzou buscando Luciano, que finalizou para defesa de Carlos Miguel.

Aos 42, o Palmeiras teve grande chance de ampliar. Maurício desarmou, lançou Vitor Roque, que abriu para Piquerez. O lateral finalizou rasteiro para fora, enquanto Allan estava livre para marcar. O Verdão desperdiçou oportunidade clara, mas foi superior na primeira etapa.


Segundo Tempo


Na volta do intervalo, as equipes retornaram sem mudanças. Logo aos cinco minutos, o banco do São Paulo reclamou de pênalti em lance envolvendo Gustavo Gómez, mas a árbitra Daiane Caroline mandou o jogo seguir.

Aos nove minutos, Crespo promoveu alteração, tirando Luan e colocando Danielzinho.

Aos 11 minutos, o Palmeiras foi decisivo novamente. Andreas Pereira cobrou falta ensaiada rasteira para Piquerez, que cruzou na medida para Flaco López finalizar forte e marcar o segundo gol: 2 a 0.

O São Paulo precisava reagir. Aos 17 minutos, Sabino e Calleri arriscaram de longe. Aos 20, a árbitra marcou pênalti após disputa entre Marlon Freitas e Bobadilla. Calleri cobrou e converteu, diminuindo o placar e colocando o Tricolor no jogo.

O São Paulo tentou pressionar, mas encontrou forte marcação palmeirense. Abel promoveu mudanças, colocando Felipe Anderson, Sosa, Lucas Evangelista e Jhon Arias. O Verdão administrou o resultado até o apito final.

Placar final: 2 a 1 para o Palmeiras, que confirma sua classificação para a sétima final seguida do Paulistão.

Atuações do Palmeiras


Maurício e Flaco López foram os nomes do clássico Choque-Rei. Vitor Roque também teve grande atuação, ajudando o time a chegar à final.


Atuações do São Paulo


O São Paulo teve desempenho abaixo. Lucas Moura, Luciano e Danielzinho pouco produziram. Calleri foi o mais participativo e marcou o gol tricolor.


A Voz da Torcida do Palmeiras


“Mais uma vez eliminado! Já pode pedir música”, brinca Robson Macedo
o torcedor palmeirense.

O São Paulo chega a 11 jogos sem vencer o rival. O Verdão dominou o clássico e agora busca o grito de campeão.

O Palmeiras precisa vencer mais um Paulistão para dar ainda mais confiança a Abel Ferreira e deixar sua torcida ainda mais feliz.

Avante, Palmeiras.

Palmeiras busca revanche e chega forte para decidir o Paulistão.

O Palmeiras chega à final como favoritaço ao título do Campeonato Paulista de 2026. E mais: tem a chance perfeita de dar o troco no Novorizontino pela goleada sofrida por 4 a 0 ainda na primeira fase.

Naquela ocasião, o Verdão entro
u com time misto. Abel Ferreira preservou alguns titulares e o resultado foi duro: a pior derrota da era Abel. Uma atuação irreconhecível.

Agora o cenário é outro.

O Palmeiras chega mais forte, mais ajustado e com um meio-campo para frente que vive grande fase: Marlon Freitas, Andreas Pereira, Maurício, Allan, Vitor Roque e Flaco López. É um setor ofensivo intenso, criativo e decisivo.

Maurício, inclusive, voltou a jogar em alto nível. Quando está confiante, desequilibra. Organiza, infiltra, finaliza. O meia virou peça importante e está dificultando qualquer mudança no time titular. Segundo a imprensa, ele poderia perder espaço para Jhon Arias, mas o colombiano vai ter que suar muito para assumir a vaga.

A pergunta é clara: quem sai desse time?

O Verdão tem elenco, tem momento e tem sede de revanche. Tem, sim, condições de devolver um placar elástico e mostrar que aquela derrota foi circunstancial.

Mas final não se ganha só com favoritismo.

O Novorizontino não chegou por acaso. Eliminou gigantes, mostrou organização e tem no meia Rômulo um dos destaques da campanha. Curiosamente, ele pertence ao Palmeiras e pode atuar na decisão — caso o Tigre arque com a multa contratual.

Será um grande confronto.

O Palmeiras entra como favorito, tem mais elenco e mais experiência em decisões. Mas precisará confirmar isso dentro de campo.

Se jogar o que vem jogando, o Verdão levanta a taça.

Se vacilar, pode transformar revanche em novo pesadelo.

Final se joga. Favoritismo se prova.

Crônica – Silêncio que antecede a decisão.

Em Ponta Grossa, a rede não balançou. Mas o jogo falou.



O Operário Ferroviário tentou. Pressionou. Rondou a área. Boschilia pensou o jogo, Aylon brigou por cada bola. O Fantasma teve mais presença, mais iniciativa, mais volume. Mas faltou o detalhe que muda tudo: o gol.

Do outro lado, o Londrina fez o que precisava. Defendeu com organização, suportou a pressão e mostrou que decisão também se joga com paciência. O Tubarão soube sofrer. E, às vezes, saber sofrer é meio caminho para ser campeão.

O 0 a 0 deixou Ponta Grossa com aquele sentimento estranho. Nem festa, nem frustração. Apenas expectativa.

Agora, a história muda de cenário. Vai para o Estádio do Café. Lá, o barulho será outro. A torcida empurra, o coração acelera, o erro pesa mais.

O Operário quer o bi.

O Londrina quer o grito preso na garganta.

O primeiro jogo terminou sem gols.

Mas a decisão promete tudo o que faltou: emoção, tensão e, talvez, o gol que vai escrever o capítulo final.

Nada de gols em Ponta Grossa - O Operário Ferroviário empatou em 0 a 0 com o Londrina no primeiro jogo da decisão do Paranaense.

Foto: André Jonsson/OFEC)
Nada de gols em Ponta Grossa, o Operário Ferroviário empatou em 0 a 0 com o Londrina no primeiro jogo da decisão, em Ponta Grossa.

O Fantasma teve mais volume ofensivo e criou boas chances com Boschilia e Aylon, mas parou na forte marcação do Tubarão. A defesa londrinense fez uma ótima atuação, controlou a pressão adversária e garantiu o empate fora de casa.

Agora, a decisão será em Londrina, no Estádio do Café. Com o apoio da torcida, o Londrina promete uma postura diferente para buscar a vitória e tentar conquistar o título do Campeonato Paranaense.

Já o Operário vai defender seu título e sabe que precisará ser mais eficiente nas finalizações para sair de Londrina com o bicampeonato estadual.

Tudo em aberto para a grande decisão.

Coluna – A queda do Corinthians e os mesmos erros de sempre.

 A eliminação do Corinthians para o Novorizontino não foi um acidente. Foi consequência.

O Timão teve mais posse de bola, tentou pressionar e até rondou a área adversária. Mas futebol não se ganha com volume estéril. Faltou criatividade, faltou agressividade e, principalmente, faltou eficiência.

O Corinthians criou pouco para quem precisava decidir uma semifinal. Dependia de jogadas isoladas, cruzamentos previsíveis e tentativas individuais. Quando teve chance clara, desperdiçou. E em jogo grande, erro custa caro.

Do outro lado, o Novorizontino mostrou organização, disciplina tática e paciência. Esperou o momento certo e, em um contra-ataque bem construído, decidiu a partida. Simples, direto e mortal.

O mais preocupante para o torcedor corintiano não é apenas a eliminação. É a sensação de repetição. O time apresenta dificuldades ofensivas há meses, oscila emocionalmente e parece não ter um plano claro quando precisa propor o jogo.

Camisa pesa. História pesa. Mas dentro de campo, quem decide é desempenho.

O Corinthians caiu porque produziu pouco.

E, enquanto não encarar seus problemas de frente, seguirá ficando pelo caminho.

Coluna – O Novorizontino não é surpresa, é projeto.

 A classificação do Novorizontino não pode ser tratada como zebra.

O clube fez a melhor campanha da primeira fase, goleou o Palmeiras por 4 a 0, eliminou o Santos no mata-mata e agora despachou o atual campeão, o Corinthians.

Isso não é acaso. É organização.

Enquanto muitos clubes grandes vivem de nome e tradição, o Novorizontino vive de planejamento. Time ajustado taticamente, competitivo em casa e consciente das suas limitações. Contra o Corinthians, soube sofrer, marcou forte e aproveitou a oportunidade no momento certo.

Já o Timão mostrou mais volume, mas pouca efetividade. Pressionou no fim, mas criou pouco durante os 90 minutos. Faltou criatividade, faltou intensidade e sobrou nervosismo.

A final contra o Palmeiras coloca novamente à prova a força do projeto do interior contra a estrutura da capital.

Mas uma coisa é certa:

O Novorizontino já não é surpresa no campeonato.

É realidade.

Crônica – A noite em que o Tigre rugiu mais alto.

 Crônica do Robson Macedo - Novorizontino 1 x 0 Corinthians.

Há noites que entram para a história. E em Novo Horizonte, o Tigre rugiu como nunca.




O Novorizontino encarou o Corinthians sem medo do peso da camisa, sem olhar para o tamanho do adversário. Olhou para a arquibancada, sentiu a energia da casa e jogou como quem sabia que a história estava esperando.

O jogo foi duro, truncado, de poucas chances. O Corinthians teve mais posse, tentou pressionar, mas encontrou um time organizado, atento e com o coração pulsando forte.

Até que aos 28 minutos do segundo tempo, o destino apareceu em forma de contra-ataque. Rômulo iniciou, Róbson cruzou, e Mayk apareceu livre na segunda trave. Um toque simples. Um gol gigante.

Silêncio de um lado. Explosão do outro.

O Timão ainda tentou no abafa final, mas o Novorizontino não se intimidou. Lutou por cada bola como se fosse a última. E quando o apito final soou, não era só uma vitória.

Era história.

Depois de 36 anos, o Tigre do Vale está na final do Campeonato Paulista.
Não foi acaso. Foi campanha, foi trabalho, foi merecimento.

Corinthians perde para o Novorizontino , e é eliminado do Paulistão.

Foto: Rapha Marques/AGIF)
 A partida foi equilibrada e com poucas oportunidades claras. O Novorizontino criou boas chances com Róbson e em jogadas de inversão que assustaram o goleiro Hugo. Já o Corinthians teve mais volume de jogo, mas poucas finalizações efetivas. As principais chances vieram com André, chutando de dentro da área, e com Matheus Bidu, após cruzamento de Matheuzinho.

No segundo tempo, as equipes fizeram alterações em busca de mais intensidade. Mesmo assim, o Corinthians encontrou dificuldades para furar a defesa adversária. Vitinho e Garro tiveram oportunidades, mas não conseguiram concluir com sucesso. O Timão pressionou com Vitinho, Matheus Bidu, Breno Bidon e Memphis Depay, porém o goleiro do Novorizontino fez grandes defesas e garantiu o empate até então.

O gol da classificação saiu aos 28 minutos da etapa final. Em um contra-ataque rápido, Rômulo iniciou a jogada e tocou para Róbson, que cruzou na segunda trave. Mayk apareceu livre nas costas da defesa e apenas empurrou para o fundo das redes, selando a classificação histórica.

Nos minutos finais, o Corinthians foi para o tudo ou nada e pressionou em busca do empate, mas pouco produziu. O Novorizontino soube administrar a vantagem e confirmou a vitória diante da sua torcida.

Agora, o time de Novo Horizonte faz história e está na final do Paulistão, onde enfrentará o Palmeiras. O primeiro jogo está marcado para quarta-feira, às 20h, na casa do Verdão, e a decisão será no domingo, às 20h30, em Novo Horizonte. 

O Timão dá adeus ao Bi - Paulista , agora o time volta a suas intensões ao Brasileirão, o time encara o Coritiba em sua Arena.