A classificação do Novorizontino não pode ser tratada como zebra.
O clube fez a melhor campanha da primeira fase, goleou o Palmeiras por 4 a 0, eliminou o Santos no mata-mata e agora despachou o atual campeão, o Corinthians.
Isso não é acaso. É organização.
Enquanto muitos clubes grandes vivem de nome e tradição, o Novorizontino vive de planejamento. Time ajustado taticamente, competitivo em casa e consciente das suas limitações. Contra o Corinthians, soube sofrer, marcou forte e aproveitou a oportunidade no momento certo.
Já o Timão mostrou mais volume, mas pouca efetividade. Pressionou no fim, mas criou pouco durante os 90 minutos. Faltou criatividade, faltou intensidade e sobrou nervosismo.
A final contra o Palmeiras coloca novamente à prova a força do projeto do interior contra a estrutura da capital.
Mas uma coisa é certa:
O Novorizontino já não é surpresa no campeonato.
É realidade.
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