Crônica – O Verdão que sabe ser campeão.

 Debaixo de muita chuva e em um campo pesado, o Palmeiras mostrou mais uma vez por que se acostumou a decidir títulos nos últimos anos. Não foi um jogo de muita técnica, daqueles de encher os olhos com jogadas bonitas. Foi um jogo de luta, de disputa física e de inteligência para entender o momento da partida. E nisso o Verdão tem sido especialista.

Desde os primeiros minutos ficou claro que o Palmeiras sabia exatamente o que precisava fazer. Com vantagem do primeiro jogo, o time de Abel Ferreira entrou concentrado, marcando forte e sem dar espaço para o Novorizontino crescer na decisão.

O gol de Murilo cedo na partida deu ainda mais tranquilidade ao Verdão. Mesmo com o empate do Tigre do Vale após falha de Carlos Miguel, o Palmeiras não se desesperou. Pelo contrário. Jogou como um time acostumado a decisões.

Na segunda etapa, quando o jogo parecia caminhar para um final mais equilibrado, apareceu a estrela de quem nasceu para decidir. Vitor Roque aproveitou a falha do goleiro Jordi e empurrou para o gol, colocando o Palmeiras novamente em vantagem e praticamente garantindo o título.

Era o gol que selava mais uma conquista para um time que criou uma mentalidade vencedora nos últimos anos. O apito final confirmou aquilo que o torcedor alviverde já começa a tratar como rotina: mais um título para a galeria.

O Palmeiras é campeão paulista de 2026. O 27º da história. Mais um capítulo de uma era que já virou dinastia.

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