Coluna – A queda do Corinthians e os mesmos erros de sempre.

 A eliminação do Corinthians para o Novorizontino não foi um acidente. Foi consequência.

O Timão teve mais posse de bola, tentou pressionar e até rondou a área adversária. Mas futebol não se ganha com volume estéril. Faltou criatividade, faltou agressividade e, principalmente, faltou eficiência.

O Corinthians criou pouco para quem precisava decidir uma semifinal. Dependia de jogadas isoladas, cruzamentos previsíveis e tentativas individuais. Quando teve chance clara, desperdiçou. E em jogo grande, erro custa caro.

Do outro lado, o Novorizontino mostrou organização, disciplina tática e paciência. Esperou o momento certo e, em um contra-ataque bem construído, decidiu a partida. Simples, direto e mortal.

O mais preocupante para o torcedor corintiano não é apenas a eliminação. É a sensação de repetição. O time apresenta dificuldades ofensivas há meses, oscila emocionalmente e parece não ter um plano claro quando precisa propor o jogo.

Camisa pesa. História pesa. Mas dentro de campo, quem decide é desempenho.

O Corinthians caiu porque produziu pouco.

E, enquanto não encarar seus problemas de frente, seguirá ficando pelo caminho.

Nenhum comentário: