O apito final trouxe mais do que um empate. Trouxe revolta.
O Santos saiu de campo com a sensação de que venceu — mas não levou. O gol anulado ainda ecoa na cabeça dos jogadores, da comissão técnica e, principalmente, da torcida. Em um jogo travado, de poucas chances claras, aquele momento parecia ser o alívio.
Mas o VAR entrou em cena. E, com ele, a frustração.
Dentro de campo, o time mostrou mais organização em alguns momentos, tentou, buscou, criou. Não foi brilhante, mas foi competitivo. O suficiente, talvez, para merecer mais do que um 0 a 0.
Fora dele, as reclamações tomaram conta. Neymar, Gabigol, o banco, todos inconformados. A pergunta ficou no ar: até que ponto a tecnologia ajuda — e quando ela passa a atrapalhar?
No fim, o Santos soma um ponto. Mas o sentimento é de perda. Porque, às vezes, empatar pode doer mais do que perder.
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