O Cruzeiro entra em campo, mas parece não se encontrar. É como um time que esqueceu o caminho do gol, da confiança, da própria identidade. A camisa pesa — e pesa muito.
O empate contra o Santos não foi apenas mais um resultado ruim. Foi a confirmação de um momento que preocupa. O time até tenta, cria uma chance aqui, outra ali, mas falta alma, falta aquele algo a mais que transforma esforço em vitória.
A torcida, que já viu tempos de glória, hoje assiste com impaciência. Não é só a lanterna que incomoda, é a sensação de que o time não reage. Quatro empates, quatro derrotas, e nenhuma vitória. Um roteiro que parece se repetir a cada rodada.
Agora, com um novo comando, o Cruzeiro busca mais do que três pontos — busca se reencontrar. Porque um clube desse tamanho não pode se acostumar a olhar para cima e ver todos os outros.
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