Naquela ocasião, o Verdão entro
u com time misto. Abel Ferreira preservou alguns titulares e o resultado foi duro: a pior derrota da era Abel. Uma atuação irreconhecível.
Agora o cenário é outro.
O Palmeiras chega mais forte, mais ajustado e com um meio-campo para frente que vive grande fase: Marlon Freitas, Andreas Pereira, Maurício, Allan, Vitor Roque e Flaco López. É um setor ofensivo intenso, criativo e decisivo.
Maurício, inclusive, voltou a jogar em alto nível. Quando está confiante, desequilibra. Organiza, infiltra, finaliza. O meia virou peça importante e está dificultando qualquer mudança no time titular. Segundo a imprensa, ele poderia perder espaço para Jhon Arias, mas o colombiano vai ter que suar muito para assumir a vaga.
A pergunta é clara: quem sai desse time?
O Verdão tem elenco, tem momento e tem sede de revanche. Tem, sim, condições de devolver um placar elástico e mostrar que aquela derrota foi circunstancial.
Mas final não se ganha só com favoritismo.
O Novorizontino não chegou por acaso. Eliminou gigantes, mostrou organização e tem no meia Rômulo um dos destaques da campanha. Curiosamente, ele pertence ao Palmeiras e pode atuar na decisão — caso o Tigre arque com a multa contratual.
Será um grande confronto.
O Palmeiras entra como favorito, tem mais elenco e mais experiência em decisões. Mas precisará confirmar isso dentro de campo.
Se jogar o que vem jogando, o Verdão levanta a taça.
Se vacilar, pode transformar revanche em novo pesadelo.
Final se joga. Favoritismo se prova.
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