O jogo começou intenso. O Inter tentou pressionar, teve mais posse de bola nos primeiros minutos, mas quem levou perigo foi o Palmeiras. Allan quase abriu o placar em uma jogada individual de cinema. O time paulista era mais objetivo, mais vertical, mais perigoso.
Aos 22 minutos, a bola parada decidiu. Andreas Pereira cobrou escanteio com precisão, e Gustavo Gómez subiu como um verdadeiro capitão, testando firme para o fundo das redes. Gol de time que sabe o que quer.
O Internacional ainda encontrou forças para reagir. Ronaldo acertou um chute no ângulo, um golaço, sem chances para Carlos Miguel. Era o empate que reacendia o Beira-Rio.
Mas no segundo tempo, brilhou a eficiência alviverde. Abel Ferreira mexeu bem. O Inter pressionou, tentou a virada, mas o Palmeiras foi letal. Em um lançamento preciso de Gustavo Gómez, Vitor Roque mostrou por que é chamado de “máquina”: arrancou, cortou a marcação e finalizou com categoria.
Depois, pressão alta, erro da defesa colorada, roubada de bola e Andreas Pereira fechando a conta: 3 a 1.
O Palmeiras não apenas venceu. Controlou, soube sofrer quando preciso e decidiu na hora certa. Resultado: liderança do Brasileirão e mais um recado dado aos concorrentes.
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