O Santos apostou no nome, mas o futebol ficou no vestiário
O Santos está eliminado. E não foi injustiça, não foi azar, não foi detalhe. Foi futebol.
O Novorizontino foi mais time, mais organizado e mais competitivo. Jogou como decisão. Lutou cada bola. E foi premiado no último lance, com o gol de Léo Naldi, que colocou o Leão do Vale na semifinal do Campeonato Paulista.
E o Santos?
O Peixe apostou todas as fichas em Neymar. Apostou no nome, na camisa 10, no peso da estrela. Mas futebol não se ganha no Instagram, nem na coletiva. Se ganha dentro de campo.
Neymar esteve em campo, mas não decidiu. Não chamou a responsabilidade. Não foi o líder que o torcedor esperava. Em um jogo grande, o craque precisa aparecer — e ele não apareceu.
Enquanto isso, o Santos FC teve posse de bola, rodou, rodou… e pouco assustou. Faltou intensidade. Faltou organização. Faltou alma.
Do outro lado, o Novorizontino jogou como time que quer fazer história. E agora vai encarar o Corinthians na semifinal, sonhando com um título inédito.
O Santos precisa parar de viver de passado. Camisa pesa? Pesa. Mas não corre, não marca e não faz gol.
E quando a bola rolou, quem teve mais vontade venceu.
Simples assim.
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